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Fernando Araujo
Fernando Araujo16/04/2023 17:51
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Computação Gráfica 4: como é o meu processo de escrita de um artigo

  • #Desperte o potencial

Olá, devs!

Quem me conhece aqui na DIO já sabe que eu gosto muito de escrever artigos na plataforma, seja contando as minhas experiências como dev, ou artigos técnicos para ajudar os devs iniciantes a entender melhor como é essa área de programação.

Eu estou com uma ideia legal agora e vou escrever um novo artigo, sobre Computação Gráfica, área que me fascina, bem como toda a área de visualização gráfica.

Ao mesmo tempo, em paralelo, eu vou escrever este artigo, descrevendo o meu processo de criação daquele artigo. Espero que ele sirva de exemplo e ajude outros a entender um processo (o meu processo!) de escrita de artigos.

Sumário

1.   Introdução

2.   A escolha do tema

3.   A definição do escopo

4.   A pesquisa por material de consulta

5.   Dividindo o conteúdo completo em blocos menores

6.   Juntando com as minhas experiências pessoais

7.   Começando a escrever

8.   Contando a história

9.   Concluindo o artigo

10.   Formatando para publicar

11.   Conclusão

12.   Fontes de consulta

13.   Outros artigos sobre o mesmo assunto

1 – Introdução

Eu costumo escrever artigos para a plataforma da DIO, descrevendo as minhas experiências como dev, sobre quando eu aprendi a programar, a importância do inglês na carreira de um dev, e sobre como surgiu o meu interesse pela área de exatas. Eu também já escrevi artigos técnicos para ajudar os devs iniciantes, sobre lógica de programação, algoritmos e como resolver desafios de código.

Eu vejo que tem muita gente nova escrevendo artigos aqui, até iniciantes. Isso é muito bom, porque compartilhar o que se sabe é uma ótima forma de consolidar um aprendizado. E tenho lido artigos muito bons aqui!

De vez em quando, eu tenho alguma ideia de um assunto para escrever aqui que acho que será interessante ou motivador, alguns deles eu escrevo rapidamente (em uma noite), outros demoram mais (pela complexidade ou porque surgem outras prioridades que surgem), mas eu acabo publicando todos.

Eu estou com uma ideia legal agora e vou escrever um novo artigo, desta vez, sobre Computação Gráfica, área que eu sou fascinado, bem como por toda forma de visualização gráfica.

Aí, eu tive outra ideia e decidi fazer um experimento! Ao mesmo tempo em que eu escrevo o novo artigo (sobre Computação Gráfica), eu vou escrever este artigo você lê agora, em paralelo, descrevendo o meu processo de criação daquele artigo sobre Computação Gráfica. Este processo funciona muito bem para mim e espero que ele sirva de exemplo para ajudar outras pessoas a entender um processo de escrita de artigos.

Neste artigo que você lê agora, eu vou descrever o meu processo daquele artigo sobre Computação Gráfica, desde a escolha do tema até a publicação, passando pelo processo de pesquisa, e escrita propriamente dita, formatação e publicação.

Agora, estou vou começar o meu processo de escrita do novo artigo e relatar tudo aqui.

2 – A escolha do tema

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Uma das primeiras coisas que eu faço é escolher um tema para o artigo. Geralmente, o tema surge de algum assunto que eu já goste e que ache interessante compartilhar com outros.

Por exemplo, eu gosto muito de música, filmes, ficção científica, trilhas sonoras, ciência, tecnologia, programação, visualização gráfica, dados, basquete, fórmula 1, Pink Floyd e outras coisas. Posso até dizer que sou nerd em alguns deles, como Pink Floyd, trilhas sonoras e Fórmula 1. Inclusive, o meu último artigo publicado aqui na DIO [1] trata exatamente dessas minhas nerdices.

Um assunto que junta visualização, cinema e programação, e que eu sou fascinado, é a Computação Gráfica! Hoje, ela está presente nos jogos, nos efeitos visuais dos filmes, nas animações do cinema, Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Robótica, Metaverso, sistemas de simulação, Visualização Científica, Medicina etc.

Mas nem sempre foi assim, pois no início não havia hardware, software, telas gráficas ou periféricos gráficos que permitissem sua aplicação.

Eu aprendi a programar em 1980, com a linguagem FORTRAN e perfurando cartões em um mainframe IBM, que nem terminal de texto tinha. Mas já havia uma maneira de fazer arte com o computador, mesmo com saída não gráfica, apenas com texto impresso.

E está aí um bom tema. A Computação Gráfica desde o seu surgimento até hoje. Então o tema está escolhido: Computação Gráfica!

Mas este tema é muito amplo, é preciso delimitar um pouco para não falar de tudo sobre essa área, que hoje é super abrangente e está presente em todo lugar. Então vamos ao próximo passo: a escolha da abrangência do meu texto sobre o assunto.

3 – A definição do escopo

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Escolhido o tema, é preciso definir o escopo, ou seja, delimitar sobre o que eu vou tratar no meu texto, bem como o que eu não vou falar.

No meu tempo de colégio, no 2º Grau (atual Ensino Médio), de 1977 a 1979, apareceram os primeiros jogos eletrônicos, Pong, jogado por um console ligado à televisão, e "Space Invaders", que a gente jogava em um fliperama em frente ao colégio, após as aulas.

Quando eu estava concluindo a minha graduação, na universidade, os professores receberam os seus primeiros PCs IBM 486, com telas gráficas, com pouquíssimas cores (4 cores ou 64 níveis de cinza), sem aceso aos alunos.

No exterior, já havia experiências de Computação Gráfica, nas universidades (MIT), em simuladores gráficos da Nasa etc.

Na minha pós-graduação, eu cursei uma disciplina de Computação Gráfica, e participei de um simpósio anual sobre Computação Gráfica aqui no Brasil, onde eu via os efeitos visuais alucinantes dos filmes de Hollywood e das animações da Pixar, bem como aprendia sobre as técnicas usadas na área.

Aí, juntando todos esses eventos ligados ao crescimento da Computação Gráfica, eu vivenciei todos, seja presente ou acompanhando as notícias, como ainda vivencio atualmente. Então, acho que um escopo legal vai ser falar sobre todas essas minhas vivências.

E o escopo foi escolhido: A Computação Gráfica que eu vivenciei!

Esse também vai ser o título do artigo, embora seja comum eu mudar o título depois para outro mais motivador, mais chamativo.

4 – A pesquisa por material de consulta

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Com base no escopo escolhido, é a hora de procurar por um material para pesquisar sobre o tema, que abranja todo o período que vai ser considerado, ou seja, desde o surgimento da Computação gráfica até sua utilização nos dias de hoje.

Pesquisando por “A história da Computação Gráfica” eu encontrei centenas de títulos, seja de sites, livros, revistas, apostilhas, imagens, vídeos e dissertações, teses e artigos acadêmicos.

É claro que eu não vou escolher, baixar e ler todos eles! Aí, vem a seleção do material que vai ser realmente considerado para a escrita do texto do meu artigo.

Essa escolha é muito subjetiva, mas quem já conhece o assunto e tem experiência com a criação de textos, já sabe mais ou menos o tipo de conteúdo que deve servir para as consultas.

É bom (recomendável) escolher alguns títulos mais representativos, nos formatos que deseja consultar e separar alguns deles (entre 3 e 10 títulos) para leitura e seleção daqueles que vão ser realmente usados na leitura para o conteúdo do artigo.

Selecionados aqueles que você considera relevantes para leitura atenta (entre 2 e 4 títulos já dá um bom conteúdo) e busca por conteúdo significativo, comece a lê-los e fazer anotações.

Dicas importantes:

•   Preste atenção nas datas do material que será usado no texto do seu artigo, pois ele já pode estar desatualizado ou ter sido escrito em um contexto diferente do que você vai usar;

•   Resista à tentação de pesquisar material novo todos os dias, senão seu artigo não vai ter fim! Feche a sua escolha nos materiais escolhidos acima (entre 2 e 4) e escreva seu artigo baseado neles. A mesma recomendação deve ser seguida para a elaboração de apresentações e de trabalhos de final de curso (TCC), por exemplo;

•   Se você tem facilidade de ler textos em outros idiomas, considere expandir a sua pesquisa por títulos neles também. Por exemplo, depois de pesquisar por “história da Computação Gráfica”, procure por “Computer Graphics history” também.

5 – Dividindo o conteúdo completo em blocos menores

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Ao final da leitura daqueles títulos escolhidos (e antes de começar a escrever a primeira linha do artigo!), você já deve ter uma ideia de como deverá separar os blocos de conteúdo do seu artigo. Dessa forma, você divide um texto de 1000 palavras em 3 ou 5 seções menores, de 330 palavras e 200 palavras, respectivamente. Assim, fica mais fácil gerenciar blocos de conteúdo menores e a leitura também fica menos cansativa.

Em geral, eu separo o artigo em algumas seções fixas e outras variáveisde conteúdo mesmo, dependendo do tamanho e relevância do conteúdo.

As seções fixas são Apresentação, Sumário, Introdução, Conclusão e Fontes de Consulta (ou Referências). Às vezes, eu ainda acrescento mais uma seção com uma lista de artigos relevantes sobre o mesmo assunto, cujas leituras eu recomendo (seção “Para saber mais sobre o assunto”).

As seções de conteúdo dependem do conteúdo do artigo e eu costumo usar uma seção para cada parte individualizada do conteúdo, mas que tem ligação com a anterior. Por exemplo, poderiam ser: o surgimento do tema, sua evolução após avanços de uma época e, finalmente, o estado atual do tema. Outra seção (ou parágrafos) que eu gosto de adicionar é um relato da minha experiência pessoal com o tema do artigo (ou de uma seção).

6 – Juntando a minha experiência pessoal sobre o assunto

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Como eu falei na seção anterior, eu sempre acho interessante e motivador relatar a minha experiência pessoal com o tema do artigo. Dessa forma, eu dou um toque pessoal ao tema em questão, com as experiências vividas, conhecimentos aprendidos, dificuldades encontradas e como eu consegui superá-las para estar aqui hoje contando a vocês.

Além disso, essas vivências podem ajudar os iniciantes a conhecerem o caminho percorrido por quem já passou por ele antes, seja por ser mais velho, ou por já ter adquirido um determinado conhecimento antes deles.

Outra motivação para isso é fazer o iniciante sentir que não está sozinho, pois a dificuldade que ele está passando no momento alguém já pode ter passado antes dele.

7 – Começando a escrever

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Até agora, eu ainda não escrevi nenhuma linha do artigo, mas já li grande parte do texto selecionado na pesquisa, copiei vários trechos e fiz várias anotações. A ideia do conteúdo está toda na minha cabeça e eu já sei o fluxo que eu quero seguir.

A primeira coisa que eu faço é escrever o texto inicial de apresentação do artigo, aquele que vem antes do Sumário, que dá uma ideia bem geral do que eu vou falar no artigo. Eu escrevo uns 3 ou 4 parágrafos, e só! Esta seção não tem um título, é para leitura rápida e bem macro, informando do que o artigo vai tratar.

Depois, eu escrevo o Sumário, que é a divisão em seções que eu imagino que deverá ter o texto do artigo. Este artigo está sendo escrito segundo o mesmo roteiro que eu estou escrevendo aqui, portanto, veja o exemplo da apresentação e sumário no início deste artigo.

Após o sumário, vem a Introdução, que é um detalhamento da apresentação já escrita anteriormente. Aí, eu costumo usar um parágrafo para cada seção de conteúdo, finalizando com o escopo do artigo, ou seja, o que eu me proponho a escrever.

Algumas vezes, após concluir o artigo completo, eu reescrevo algumas partes da introdução, acrescentando informações que eu incluí no conteúdo e não tinha falado na introdução, para que ela fique adequada ao conteúdo realmente escrito.

8 – Contando a história

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Até aqui, você só fez introduzir o leitor no assunto do artigo, dando uma visão geral e macro do conteúdo que ele vai ler daqui para a frente.

Agora, você vai começar a contar a sua história. Sabe o que é storytelling, da área de UX/UI, de dados e da criação de apresentações? Significa contar uma história.

Você vai escrever o conteúdo específico do tema do seu artigo, levando o leitor para um passeio sobre o que você tem a dizer sobre o assunto. Nessa parte, o importante não é você desfilar termos técnicos, nem palavras estrangeiras, nem se gabar do que já fez ou vai fazer de espetacular no futuro.

O leitor está interessado em saber o que é o assunto do qual você vai falar, como ele evolui e como chegará ao final. É uma história, e ela pode ser contada de várias formas diferentes. Cada pessoa contaria de um jeito diferente. Descubra o seu jeito de contar essa história!

Após escrever a introdução, eu passo a escrever cada uma das seções de conteúdo que eu escolhi para fazer parte do sumário, sempre lembrando que é bom manter uma continuidade do assunto do final de uma seção para o início da seguinte, dessa forma, o texto flui e a leitura fica mais leve.

Para o artigo de Computação Gráfica que eu estou escrevendo, escolhi as seguintes seções de conteúdo:

•   O surgimento da Computação Gráfica

•   Como eu me interessei nesta área

•   A evolução inicial da Computação Gráfica

•   A Computação Gráfica atual

Durante a escrita do artigo sobre Computação Gráfica, eu notei que tinha duas seções em que eu falava da evolução do tema. Além disso, como algumas referências do texto tratavam de avanços em técnicas específicas da Computação Gráfica, eu achei melhor incluir uma seção adicional sobre as técnicas básicas da Computação Gráfica e deixar o texto sobre a sua evolução em apenas uma seção, tratando nela tanto da evolução como do estado atual das suas aplicações. Portanto, as seções de conteúdo foram alteradas para estas:

•   O surgimento da Computação Gráfica

•   Como eu me interessei nesta área

•   A evolução da Computação Gráfica

•   Técnicas básicas da Computação Gráfica

Ao longo da escrita, eu notei que o artigo etava ficando muito longo, aí decidi DIVIDI-LO em 2 artigos individuais, mas ainda tratando do mesmo tema. Ent~eo eu tirei toda a seção que falava das técnicas da Computação Gráfica e passei para um segundo artigo. As seções de conteúdo do arquivo inicial ficaram:

•   O surgimento da Computação Gráfica

•   Como eu me interessei nesta área

•   A evolução da Computação Gráfica

Mais uma vez, ocorreu mais uma alteração no conteúdo do artigo original. Como ele, mesmo já dividido em 2 artigos diferentes, ainda estava ficando muito longo, eu decidi dividi-lo, mais uma vez, resultando assim, em 3 artigos individuais, mas tratando do tema Computação Gráfica. O segundo artigo trataria apenas de técnicas básicas de Computação Gráfica. Eu retirei do conteúdo do artigo a parte que trata da evolução da Computação Gráfica e dediquei um novo artigo só para ela, Assim, as seções de conteúdo do artigo original foram alteradas para:

•   O surgimento da Computação Gráfica

•   Como eu me interessei nesta área

Ou seja, o artigo original foi dividido em 3 artigos diferentes, e este que você lê vai se referir apenas ao artigo original, da forma como ele ficou, tratando apenas da história da Computação Gráfica e de como eu a vivenciei na minha carreira. No entanto, os 4 vão ser publicados juntos, como uma série sobre o mesmo assunto.

Dica importante:

•   Mesmo que você tenha copiado textos das suas fontes de pesquisa para usar no texto do seu artigo, quando for escrevê-lo, use suas próprias palavras, sem copiar e colar o texto dos autores!

9 – Concluindo o artigo

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Após escrever todas as seções de conteúdo que você listou no sumário e terminar de contar a história, é de hora fechar o artigo com a sua conclusão, seção que também pode ser chamada de Considerações Finais.

Nela, você vai retomar os pontos levantados na introdução do artigo e resumir o que foi dito, ou concluído daqueles pontos.

Muitas vezes, você pode dar a sua contribuição ao conteúdo escrito, apontando alguma direção a seguir, sugerindo um tema para complementação do que você escreveu ou, ainda, opinando sobre o que você acha do tema levantado. Essa será a sua contribuição pessoal ao tema.

Por fim, muita coisa que você escreveu não foi criada por você, ou não foi dita por você, mas por outros, os autores dos conteúdos que você leu para escrever seu artigo. Neste caso, você deve listar as fontes dos conteúdos de outros autores na seção de Fontes de Consulta.

Isso dá crédito a quem escreveu os textos que você consultou, veracidade ao que você estabeleceu como verdade no seu texto e valida a base usada para o seu conteúdo.

Com o texto todo escrito, você precisa fazer uma leitura atenta do seu texto completo. Nessa leitura, você vai corrigir alguns possíveis erros de ortografia, acentuação, concordância, palavras duplicadas ou faltando, concatenação lógica e no fluxo do assunto. Seu texto vai ter erros, pode ter certeza! É como codificar um programa longo de primeira e compilar a primeira vez... Vai ter erros! Aí, é só corrigir e compilar de novo!

A correção do texto é imprescindível para uma leitura leve, pois cada erro encontrado pelos seus leitores bate um sino na cabeça deles. E eles logo param e pensam: “acho que tem um erro aqui!”, e a leitura fica cheia de interrupções, sem fluir bem.

image10 – Forma

O texto está completo, corrigido e você está doido para publicá-lo!

Mas espere aí! Ninguém merece ler uma parede de texto (chamada de “text wall”) com 1000 palavras, sem nenhum atrativo que facilite a leitura com elementos destacados de organização visual. Estes elementos permitem que uma leitura rápida (passada de olho, “skimming”) varra o texto em busca de figuras, negritos, frases destacadas, tabelas, quadros, gráficos, cores etc. Estes elementos permitem que numa leitura rápida e desinteressada você descubra de que trata o conteúdo e se é de seu interesse para continuar lendo até o final.

Nos meus artigos, eu formato em negrito os títulos de seções, palavras-chave e frases importantes. Além disso, formato em itálico palavras estrangeiras ou citações dos autores e minhas próprias experiências, para diferenciar do texto normal do conteúdo.

Eu sempre insiro figuras significativas para o conteúdo de algumas seções, ou para um resultado destacado.

Dica importante:

•   Se você usar figuras, procure sempre aquelas que não possuam direito autoral, para evitar problemas;

•   Após copiar o texto e figuras do artigo para a área de publicação, e formatar o texto, antes de salvar, revise todo o conteúdo copiado, pois algumas vezes, a formatação usada no editor de texto é alterada pelo editor da plataforma. Nesse caso, é preciso corrigir tamanhos e cores de fontes, posicionamento e tamanho de figuras, criação de links, listas etc.

Agora é só salvar a publicação. Eu ainda releio o conteúdo já publicado em busca de alguns erros e falhas na formatação que passaram despercebidos ou foram alterados pela plataforma, e os corrijo.

Por fim, após o sentimento de trabalho realizado, é só acompanhar os comentários dos colegas.

11 – Conclusão

Eu costumo escrever artigos para a plataforma da DIO, descrevendo as minhas experiências como dev, e artigos técnicos, para ajudar os devs iniciantes.

Eu decidi escrever mais um artigo, agora sobre Computação Gráfica, e achei que seria interessante escrever um segundo artigo (que é este que você lê agora), em paralelo, descrevendo o meu processo de criação daquele artigo sobre Computação Gráfica.

Neste artigo eu descrevi a minha escolha do tema, do escopo, do título do artigo. Mostrei como eu faço a pesquisa de conteúdo para embasar o tema que irei usar no meu artigo, bem como a seleção daqueles que vou realmente ler.

Eu também descrevo a divisão do conteúdo em seções, quais são elas e como é o processo e ordenação da escrita destas seções.

Falo também da importância de ler e reler todo o conteúdo para corrigir pequenos erros, da formatação para destacar alguns elementos visuais para publicação na plataforma.

Por fim, indico como fazer a referência a fontes de consulta e mostro como listar outros artigos semelhantes ao assunto tratado.

Agora, vou concluir o artigo sobre Computação Gráfica, cujo processo de criação usei como base para escrever este artigo, mas já adianto que o texto original foi dividido em 3 artigos diferentes, pois estava ficando muito longo para o que eu tinha a contar.

Espero que este artigo tenha servido de exemplo e possa ajudar outros a entenderem um processo de escrita de artigos.

Obrigado por ter lido até aqui e até o próximo artigo. Leia também o artigo sobre Computação Gráfica, que foi publicado juntamente com este.

12 – Fontes de Consultas

Neste artigo, eu usei apenas a minha experiência na escrita e publicação de artigos na plataforma da DIO, portanto, não foi usada nenhuma fonte de consulta. Caso eu tivesse usado alguma, elas seriam listadas aqui no formato abaixo, exemplificado a seguir (dos 2 últimos artigos que eu escrevi aqui na DIO).

[1] Fernando Araujo, Eu sou nerd, mas quem não é? Disponível em: <https://web.dio.me/articles/eu-sou-nerd-tu-es-nerd-nos-somos-nerds-eles-tambem-sao-nerds?back=%2Farticles&page=1&order=oldest>. Acesso em: 03/04/2023.

[2] Fernando Araujo, Robôs: eles estão entre nós!. Disponível em: <https://web.dio.me/articles/robos-eles-estao-entre-nos?back=%2Farticles&page=1&order=oldest>. Acesso em: 13/04/2023.

13 – Outros artigos sobre o mesmo assunto

O primeiro artigo listado eu recomendo como complementação do conteúdo deste artigo. Foi um artigo que eu escrevi para a DIO, em 2022, resumindo uma palestra que eu dei (por vídeo gravado), no primeiro evento da Community Week, ocorrido em junho de 2022. Eu fui convidado para dar uma palestra sobre a escrita de artigos para a DIO e sua importância para a carreira de um dev.

O segundo artigo da lista seguinte, o qual eu recomendo a leitura, foi escrito em paralelo com este e fala sobre Computação Gráfica, desde a sua criação até os dias atuais. Ele também foi publicado junto com este que você lê agora.

Os 2 últimos artigos também são complementares do segundo, pois o seu conteúdo estava ficando longo e eu o dividi em 3 artigos diferentes Logo, os dois últimos complementam o artigo original, segundo dessa lista.

Como a escrita me ajuda a ser um dev melhor (palestra na Community Week)

https://web.dio.me/articles/minha-paletra-na-community-week-como-a-escrita-me-ajuda-a-ser-um-dev-melhor?back=%2Farticles&page=1&order=oldest

Escrito por: Fernando Araujo

Computação Gráfica 1: a história e o que eu vivenciei

https://web.dio.me/articles/coputacao-grafica-1-historia-e-o-que-eu-vivenciei?back=%2Farticles&open-modal=true&page=1&order=oldest

Escrito por: Fernando Araujo

Computação Gráfica 2: evolução e as áreas de aplicação

https://web.dio.me/articles/computacao-grafica-2-evolucao-e-areas-de-aplicacao?back=%2Farticles&page=1&order=oldest

Escrito por: Fernando Araujo

Computação Gráfica 3: técnicas básicas para sua implementação

OBS: a ser publicado, ainda hoje.

Escrito por: Fernando Araujo

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Comentários (3)
Luiz Café
Luiz Café - 17/04/2023 17:04

Artigo completo de um tema de fundamental importância. Suas dicas são excelentes! Parabéns Fernando, artigo para ler mais de uma vez.

Fernando Araujo
Fernando Araujo - 16/04/2023 18:00

Obrigado!

Luis Zancanela
Luis Zancanela - 16/04/2023 17:55

Aqui é o #FicaADica para todos que escrevem ou pretendem escrever artigos, muito bom