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Matheus Penha23/07/2025 10:11
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Como Usei Dados Para Melhorar Meu Desempenho nos Estudos

    Estudar programação pode parecer uma batalha difícil no início. São muitos conceitos, linguagens e caminhos possíveis. No meio dessa jornada, percebi que estava estudando "no escuro" — sem saber onde eu rendia melhor, quanto tempo eu dedicava de verdade, ou quais conteúdos eu precisava reforçar.

    Foi aí que eu pensei: “Por que não usar análise de dados... nos meus próprios estudos?”

    Neste artigo, vou mostrar como coletei, organizei e analisei meus dados de estudo para melhorar meu rendimento. Você vai ver que não precisa de nada complexo — com ferramentas simples e um pouco de lógica, consegui clareza, foco e evolução real.

    🧠 Por que analisar seus próprios dados?

    A análise de dados é uma ferramenta poderosa para a tomada de decisões — e isso vale também para como você estuda. Quando você mede, compara e observa padrões, começa a enxergar o que realmente funciona.

    Alguns dos benefícios que notei foram:

    • Saber exatamente quanto tempo eu estudava por semana
    • Entender quais horários eram mais produtivos
    • Ver quais matérias estavam ficando para trás
    • Melhorar a distribuição dos conteúdos
    • Ter uma visão clara da minha evolução

    🛠️ Ferramentas que usei

    1. Planilhas no Google Sheets

    Foi meu ponto de partida. Montei uma tabela com colunas como:

    • Data
    • Horário de início
    • Horário de término
    • Tema estudado
    • Dificuldade (nota de 1 a 5)
    • Nível de foco (nota de 1 a 5)
    • Observações
    💡 Dica: Você pode usar também o Notion, Excel, ou até um caderno, se preferir.

    2. Python + Pandas

    Depois de um tempo, comecei a exportar os dados da planilha em CSV e analisar com Python. Usei o Pandas para calcular médias, somatórios e fazer gráficos com o Matplotlib.

    python
    CopiarEditar
    import pandas as pd
    df = pd.read_csv("meus_estudos.csv")
    print(df.groupby("Tema")["Tempo de Estudo"].sum())
    

    3. Google Calendar

    Criei blocos de tempo dedicados ao estudo e usei cores diferentes para áreas como Front-end, Back-end, Soft Skills, etc.

    📊 Análise de padrões que me ajudaram a evoluir

    🕒 Horários de maior produtividade

    Descobri que meu desempenho era muito melhor entre 8h e 11h da manhã. Ajustei minha rotina para priorizar conteúdos mais difíceis nesse período.

    📚 Matérias com menor dedicação

    Notei que eu estava evitando lógica de programação — mesmo sabendo da sua importância. Com essa informação, reequilibrei meus horários e aumentei o tempo dedicado ao tema.

    📈 Evolução semanal

    Criei um gráfico simples de horas estudadas por semana. Isso me motivou a manter consistência e celebrar a evolução:

    🧩 O que funcionou (e o que não funcionou)

    ✅ O que funcionou:

    • Anotar tudo de forma rápida e objetiva
    • Analisar semanalmente os dados
    • Usar gráficos para manter o foco visual

    ❌ O que não funcionou:

    • Registrar apenas no final do dia (acabei esquecendo detalhes)
    • Ignorar pausas: comecei a medir também os intervalos com o tempo

    📚 Referências e Inspirações

    • "Atomic Habits" – James Clear – sobre construção de hábitos e medição de progresso
    • Curso de Python para Análise de Dados – DIO
    • Google Sheets + Scripts para tracking de hábitos
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    Comentários (1)
    DIO Community
    DIO Community - 23/07/2025 10:40

    Excelente iniciativa, Matheus. Seu relato mostra de forma prática como a análise de dados pode ser aplicada no cotidiano de qualquer estudante, mesmo sem ferramentas complexas. A forma como você transformou algo aparentemente subjetivo em dados mensuráveis revela uma mentalidade analítica madura e inspiradora.

    Gostei especialmente de como você conectou autoconhecimento com estratégia, usando informações como horários de maior rendimento e temas negligenciados para ajustar seu plano de estudo. Isso mostra que análise de dados não é só sobre gráficos, mas sobre tomar decisões com base em evidências.

    Diante dessa experiência, quais dicas você daria para quem quer começar a monitorar os próprios hábitos, mas ainda se sente intimidado por ferramentas como Python ou até mesmo planilhas?

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