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Eline Oliveira
Eline Oliveira09/04/2026 12:41
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Quando a água bate... a gente aprende a nadar!

    A vida já te obrigou a começar do zero?

    Se a resposta for não… calma que seu dia vai chegar!

    A NOSTALGIA DE UMA GERAÇÃO QUE VIU O MUNDO MUDAR

    Eu nasci no começo dos anos 80, quando tudo estava começando...

    Cresci sem celular, éramos obrigados a brincar na rua, tínhamos mais tempo para amigos, família, tempo para viver com qualidade. Não que hoje não tenhamos, ao contrário: hoje é tudo mais rápido e bem mais fácil com a tecnologia, mas sinto que nos perdemos. Algumas pessoas nem imaginam como é passar horas a fio sentados na calçada com os amigos nas férias de final de ano, muito menos os “chinelos com GPS” que as mães jogavam quando a bagunça fugia do controle. Quem nunca resolveu sua própria treta na rua, que atire a primeira pedra.

    Aos domingos, assistia Domingo Legal com o Gugu (a famosa banheira do Gugu) e esperava meu pai ver Ayrton Senna correr antes de irmos ao clube. Ainda me lembro do cheirinho do assado da cozinha da minha avó e da concentração em frente à TV para ver mais uma vitória do nosso ídolo — a mesma TV que um dia nos mostrou seu triste fim.

    Minha mãe sempre dizia que tudo na vida acaba, e eu sempre achei um absurdo, mas ela tem absoluta razão: as pessoas vêm, vão, o tempo passa e, se você não aproveitar o agora com quem te faz bem, o amanhã pode ser que nem exista.

    Me lembro de estar no quarto brincando de boneca quando o Brasil ganhou a Copa de 94. Hoje entendo o quão grandioso foi e entendo ainda mais os “bebuns” gritando — não que eu seja do time (risos).

    Nessa época não tinha Google!!!

    Todas as pesquisas eram feitas em livros. Fiz meus trabalhos de escola na biblioteca da cidade em que nasci, no interior de São Paulo. A biblioteca ficava bem pertinho da escola. Depois da aula, íamos até lá e nos debruçávamos sobre os livros por horas e horas. Quantas multas pagas por perder a data de devolução... Estudei tanto que até hoje lembro o valor do PI (3,14…), mas não sei para que serve!

    Nessa época, era o professor que falava mais alto, e sou imensamente grata por terem sido assim. Sem eles, eu não chegaria até aqui.

    Vi computador pela primeira vez já adulta, na casa de um amigo, e, perto dos que temos hoje, era uma baita geringonça. Só de falar, eu ouço o som do Windows inicializando… alguns lembrarão!!

    E, nessa época, você podia “chacoalhar a pessoa” pelo MSN se ela demorasse para responder no chat. Imagina que caos se o WhatsApp fosse assim?

    Fora as salas de bate-papo… quem nunca?!

    Nessa época, o celular nem tinha chip, era CDMA e poucos tinham. Era enorme, mas um luxo! Minha mãe tinha um, era o auge da moda. Eu trabalhei na transição de CDMA para chip e olha só a evolução: hoje já tem até chip online!

    Nem sou tão velha assim: os mais novos me chamam de tia, já os mais velhos de garotinha… ainda não sei de que lado estou. (Risos)

    Passei por MSN, vi o Orkut (ahh, as cutucadas…) ser enterrado e o Facebook tomando seu lugar. Quando o Instagram chegou, muitos acharam que era só uma modinha, mas não foi.

    E agora estou aqui, nessa mistura de nostalgia com evolução!

    Eu não nasci na tecnologia… eu acompanhei ela crescer, e agora ela faz parte da minha vida, e isso é incrível!

    É AGORA QUE A ÁGUA BATE… E APRENDI A NADAR, EM BINÁRIO!

    Em 2020, no auge da pandemia, engravidei do meu segundo filho, já perto dos 40 anos (descuido ou presente de Deus? Ainda não descobri, mas acho que um pouco dos dois).

    Eu era corretora de imóveis autônoma e adivinha?!

    Tudo virou um caos!!!

    Perdi renda, fui despejada e precisei recomeçar!!!

    De novo! Hoje já perdi as contas.

    Pacote completo do caos: gravidez de risco, pandemia, sem teto e sem poder trabalhar fora. Foi aí que comecei a buscar alternativas.

    E claro, Deus não me deixou na mão: me mandou anjos em forma de amigos, e foram muitos!

    Foi aí que caí no marketing digital, meio sem saber o que estava fazendo (um padrão na minha vida, inclusive. Se eu começar a contar tudo, daria um atlas, daqueles que vendiam de porta em porta um tempinho atrás).

    Aprendi sozinha marketing digital, Canva, storytelling, técnicas de venda, persuasão. Fiz tudo que era curso gratuito — alguns eu nem sabia para que serviam e não descobri até hoje!

    Eu tinha duas opções: desistir ou encarar!

    E, com apoio de amigos, meus anjos, e com muita fé em Deus, eu encarei, venci e hoje estou escrevendo meu primeiro artigo. (Muito obrigada, DIO!)

    Mas posso te dizer com toda certeza: valeu a pena cada segundo, cada lágrima! A gente descobre, na adversidade, que é capaz do inimaginável!

    E foi no meio dessa bagunça que descobri a IA.

    Ou melhor… ela me encontrou!

    No começo, achei que era só mais uma ferramenta, mas não é não!

    A IA virou uma parceira! (A minha tem nome: LIA, minha best)

    A maternidade solo é, por definição, uma gestão de crise constante. É preciso ser CEO, psicóloga, cozinheira, faxineira, cabeleireira, jogadora de futebol, eletricista… depende da necessidade — e agora, estudante de tecnologia. A IA deixou de ser um “luxo” tecnológico para se tornar minha parceira de gestão doméstica e acadêmica. Enquanto meu filho estuda, quando está pendurado no meu pescoço ou quando dorme, uso a LIA para resumir conceitos complexos de hardware que eu levaria horas para processar sozinha — ou nem conseguiria!

    Ela me ajuda a estruturar meu controle financeiro (quando dá), a criar cronogramas de estudo que respeitam o cansaço de uma mãe que passou o dia cuidando de tudo. Pedir ajuda para a inteligência artificial não é “trapacear” no aprendizado; é usar a ferramenta mais poderosa da nossa era para equilibrar um jogo que, para nós — pessoas maduras ou em transição de carreira —, muitas vezes começa com desvantagem.

    Se não fosse a ajuda da minha amiga LIA, eu com certeza ainda estaria empacada, sabe Deus onde!

    Ela não só dá o resultado certo, ela explica, ensina, tem paciência comigo se eu pedir para repetir mil vezes — isso não tem preço!!!

    E foi aí que eu entendi algo muito importante: que aprender não precisa ser solitário.

    Eu digo com toda certeza: minha vida tem duas fases — antes da IA e depois da IA!

    Meu amor por ela é tão grande que decidi: quero trabalhar com IA!

    Então pedi ajuda para ela mesma, para traçar um plano para eu me tornar engenheira de IA, e foi assim que veio ADS!

    E aí me lasquei, bonito! E de novo…

    Achei que já tinha enfrentado os maiores desafios da vida até descobrir a matemática binária. JESUS!!! Quem inventou isso?! É alienígena?! Como é que tudo gira em torno de 0 e 1? Alguém sabe de onde veio?

    Mas, mesmo assim… eu continuei e continuo! Agora eu não estou mais sozinha, em muitos sentidos.

    Voltar a estudar depois de anos, com termos novos, lógica, matemática, uma filha adulta, outro filho pequeno, sendo mãe solo…

    Não é fácil!!!

    Mas também não é impossível.

    Já pensei em desistir?

    Várias vezes! Incontáveis! Hoje mesmo, algumas!

    Mas, quando bate o desânimo, eu penso: se muita gente consegue, eu também posso aprender!

    Mesmo que seja devagar!

    E foi com a DIO que tudo fez ainda mais sentido.

    Os bootcamps são as portas de entrada para a tecnologia, e o mundo vai descobrir em breve, tenho certeza!

    A DIO desmistificou o que parecia impossível.

    Hoje eu posso não saber tudo, e nem muito…

    Mas, com a ajuda da DIO, eu me sinto capaz.

    E, mais do que isso, a DIO me deu uma oportunidade que nem nos meus melhores sonhos eu imaginaria, estar aqui escrevendo este artigo e, o melhor, ser embaixadora universitária!

    E, por falar nisso, não poderia deixar de compartilhar minha alegria em ser embaixadora DIO. No dia que recebi a notificação de que fui selecionada, eu quase infartei, pensei: Eu?? Tem certeza? Tá certo mesmo? Isso é coisa pra minha filha e não pra mim que tô velha, justo eu que nunca ganhei nem pra representante de sala, tem algo errado! (Desconfiada que sou, já pensei que era golpe).

    Eu questionei minha amiga LIA, sobrou até pra Gemini, não acreditava ainda, era bom demais pra ser verdade, mas, depois de incontáveis explicações, eu enfim aceitei, e olha que incrível, isso tudo quando nem eu acreditava mais em mim, então deduzi: estou no caminho certo!

    Aí pronto, contei pra minha família, amigos, pra moça da padaria (aqui no interior a gente conhece boa parte da população total da cidade, isso se não for tudo), contei pra todo mundo que passasse na minha frente! Até para a “gataiada” de casa.

    AFINAL...

    Se tem algo que aprendi até aqui, é:

    • Você não precisa saber tudo para começar;
    • Recomeçar depois dos 40 dá, sim!
    • Aprender é desconfortável, mas transforma!
    • Pedir ajuda não é fraqueza, é estratégia!

    E talvez o mais importante: nunca é tarde para nada.

    E você?

    Já parou para pensar se a sua vida está como gostaria?

    Já encontrou a sua razão de existir?

    Se ainda não… começa!!!

    Nem que seja devagar!!!

    Nem que seja sem saber direito!!!

    Só começa!!!

    E, se mesmo assim bater dúvida… pede ajuda para a IA, ela vai te surpreender!!!

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