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Fernando Araujo
Fernando Araujo30/10/2023 10:07
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Você sabe estudar? Tem certeza?

  • #Desperte o potencial

Olá, dev!     

 

Este artigo é mais um de uma série que comecei a escrever sobre estudo e aprendizagem, atividades comuns a todo estudante, inclusive os de programação.

 

Desta vez vou resumir os principais pontos de mais um livro sobre o assunto: “Você Sabe Estudar?”, de um autor nacional. 

 

Sumário 

1.   Introdução 

2.   O ambiente de estudo

3.   Tempo de qualidade

4.   Bons hábitos de estudo

5.   Estudo ativo, não passivo!

6.   Melhorando sua memória

7.   Considerações finais 

8.   Referências 

9.   Outros artigos semelhantes  

 

 

1 – Introdução  

 

Este é o segundo de uma série de artigos que comecei a escrever sobre estudo e aprendizado. Ele complementa os temas já tratados no artigo anterior sobre o mesmo assunto (ver link na Seção 9).

 

Desta vez, eu vou focar no livro escrito por Cláudio de Moura Castro [1], conhecido colunista da revista Veja. O livro é “Você Sabe Estudar?”, que tem o subtítulo “Quem sabe estudar, estuda menos e aprende mais”.

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Segundo o autor, é comum o aluno perder tempo para estudar, estudar da forma errada, aprender pouco e, em pouco tempo, esquecer tudo. Assim, o aluno tira notas baixas e estudar se torna desagradável, piorando tudo.

  

           No entanto, diz ele, se o aluno estudar bem, aprende mais, tira boas notas e acaba gostando da matéria. E que os alunos podem melhorar seu aprendizado e suas notas se usarem técnicas de estudo mais apropriadas.

 

           Ele diz que, quando somos pequenos, estudamos porque os nossos pais mandam. Depois, estudamos para aprender uma profissão, que vai nos acompanhar por toda a vida, por isso, é preciso estudar da formam correta.

 

Realmente, na vida profissional, usamos sempre os conhecimentos adquiridos na universidade. Portanto, precisamos aprendê-los profundamente, pois o sucesso profissional vai depender disso.

 

Mesmo assim, quem ainda não está na universidade precisa estudar para concluir o Ensino Médio e iniciar uma nova fase, para aprender, na universidade, a profissão que escolher.

 

           Este artigo vai resumir as principais técnicas apresentadas neste livro, que podem levar a um estudo e um aprendizado mais produtivos. As minhas contribuições pessoais estão formatadas em itálico.

 

 

2 - O ambiente de estudo

 

Algumas pessoas conseguem estudar em qualquer lugar, mas outras só conseguem estudar direito em um ambiente organizado, silencioso e sem interrupções.

 

O autor diz que um estudo produtivo precisa de um ambiente confortável:

·        Silencioso e com boa iluminação;

·        sem interrupções nem distrações;

·        cadeira confortável;

·        espaço suficiente na mesa.


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           Antes de começar o estudo, diz ele, arrume a sua mesa e coloque seu material (livros, cadernos, anotações, etc.) em um lugar fácil de encontrar, o que já garante um início sem enrolação.

 

           Ele diz que o estudo deve ser feito sempre no mesmo lugar, pois ao sentar na cadeira para estudar, a mente já se prepara para a concentração e o relaxamento necessários.

  

3 - Tempo de qualidade

 

O autor diz que o tempo é o recurso mais precioso que você tem! E que gerenciar melhor seu tempo é tão importante quanto qualquer providência para aprender mais.

 

Na verdade, o tempo é único recurso que todas as pessoas do mundo (você, eu, Elon Musk!) têm em igual quantidade: 24 horas por dia, ou 1440 minutos.

 

Ele diz que a maioria dos alunos não sabe se preparar para os estudos, não sabe estudar e nem por onde começar. Resumindo, eles não sabem usar o tempo. E tendem a repetir esse comportamento na vida profissional.


O autor diz que é preciso diferenciar as coisas urgentes daquelas realmente importantes. As coisas urgentes sofrem pressões para serem resolvidas logo, mas as importantes podem ter consequências mais sérias, caso não sejam feitas. E o importante nem sempre é urgente,

 

Fazendo apenas as tarefas urgentes, diz ele, o tempo se acaba e não fazemos as coisas importantes, por isso, ele recomenda sempre priorizar as atividades mais importantes.

     

     Isso me lembra a famosa Matriz de Eisenhower, sobre priorização de atividades:

 

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     O autor diz que não precisamos do nosso cérebro para guardar e lembrar de tudo o que precisa ser feito, sendo preferível fazer listas, colocando no papel (ou no computador) o planejamento do tempo:

 

·        O listão, onde você escreve TUDO que precisa ser feito e estabelece prioridades. É importante rever a lista com frequência, diz ele, adicionando novas atividades e marcando as que foram realizadas;

 

·        A agenda, para informar a data das atividades do listão. É bom acompanhar a agenda diariamente, diz ele, incluindo novas atividades adicionadas ao listão, marcando aquelas realizadas e transferindo, para outra data, aquelas não concluídas na data marcada.

 

           Para quem não gosta de usar agenda de papel, existem aplicativos e sites para fazer uma agenda digital e organizar as tarefas, como Notion, Evernote, Google Agenda, etc.

 

O autor recomenda algumas regras práticas para um bom uso do tempo:

 

·        Quanto mais tempo uma pessoa dedicar ao estudo, mais ela aprenderá! Essa é a primeira regra de ouro!

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·        É melhor separar um assunto em partes menores e estudá-lo em períodos distintos. Focar no mesmo assunto por horas seguidas é mentalmente cansativo. Durante o descanso, o cérebro pensará no assunto e buscará novos insights (já tratei disso no meu artigo anterior - modo focado e modo difuso);

 

·        Após um tempo útil de estudos, é recomendável dar uma parada rápida para o cérebro descansar;


·        Atividades que exigem muita concentração e foco, como estudos, devem ser feitas sem interrupções e não é recomendável fazer muitas coisas ao mesmo tempo;

 

·        É necessário dormir o tempo ideal para que o cérebro faça uma limpeza geral e acorde preparado para novos aprendizados. Por isso, virar a noite estudando um dia antes de uma prova é uma das piores formas de se preparar! A pior é não estudar de jeito nenhum!


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 4 - Bons hábitos de estudo  

 

Estudar é um hábito como qualquer outro, diz o autor, e ele vai permitir que você entre no modo automático, ficando tudo mais fácil! Ele dá alguns conselhos úteis para criar bons hábitos de estudo:

 ·        Leia o material ANTES da aula, para ter uma ideia do que vai ser explicado e lá tirar as dúvidas com o professor;


 ·        Faça anotações, com os pontos importantes da aula, pois nem tudo o que o professor diz fica guardado na mente;


 ·        Faça atividades práticas para fixar a teoria ensinada; o autor diz que assim, o aprendizado poderá ser mais rápido e duradouro;


 ·        Cheque a qualidade dos conteúdos pesquisados na Internet. A desinformação pode ser pior do que a falta de informação, pois lá tem muita coisa errada lá e até mentiras. Ele diz que devemos separar a informação confiável com algumas perguntas:

-  Qual a origem dos materiais que vamos usar? 

-  O autor é conhecido? É respeitado?


 ·        Disciplina nos estudos é um hábito. Para ele, disciplina é fazer o que precisa ser feito quando não estamos com vontade. E é preciso estudar mesmo sem vontade, pois uma hora ela chega e o hábito se forma. A disciplina se aprende praticando;


 ·        Só gostamos daquilo que entendemos. Quem estuda bem uma matéria e a entende, tira boas notas e fica incentivado a estudar mais, até que acaba gostando daquela matéria. É um círculo virtuoso! Por outro lado, quem estuda pouco uma matéria, sem entender direito, vai tirar notas ruins e se sentir desestimulado a estudá-la. Aí, vira um círculo vicioso!


 ·        Leia um livro por partes, após uma olhada geral;


 ·        Quanto mais canais usar para aprender, melhor;


 ·        Faça mapas mentais;

  

           O autor detalha estes 3 últimos pontos.

 

       O início deste livro tem uma recomendação importante: “Comece lendo a seção D, do Capítulo IV – “Como ler um livro.” E ele descreve as etapas:

·        Primeiro, leia os destaques (sumário, prefácio e capítulos mais importantes), para ter uma ideia geral e identificar as partes que podem interessar;


·        Em seguida, leia estas partes que lhe interessam, com atenção e sem parar, mesmo sem entender tudo;


·        Finalmente, releia os capítulos mais importantes e pergunte “que lições o autor ensina e como elas se relacionam com outras ideias associadas?

 

Lendo o sumário deste livro já dá uma boa ideia do que é tratado. Por exemplo, se o seu interesse for aprender sobre técnicas para melhorar a memória nos estudos, você pode pular direto para o capítulo VI;

 

 

           Existem vários canais que podemos usar para aprender um assunto:

·        ouvindo o professor falar.

·        lendo os livros e material didático;

·        escrevendo o que ouvimos do professor ou, em casa, com nossas próprias ideias;

·        falando sobre os assuntos; 

·        ensinando à outra pessoa, principalmente quando precisamos explicar uma segunda vez, de outra maneira diferente;

·        estudando em grupo, cada um tentando explicar o assunto para os outros. Grupos de 5 pessoas, no máximo.

 

Veja como esses canais se relacionam com a Pirâmide do Aprendizado, criada por Glasser (a ação de escrever está incluída em “PRATICAR”):


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Recomendações adicionais do autor:

·        Mesmo estudando em grupo, não deixe de estudar sozinho, para se aprofundar em alguns tópicos mais difíceis.


·        Ensinar é uma das melhores formas de aprender. Se você não encontrar ninguém para ensinar, fale sozinho, descrevendo o que você precisa entender.


·        A escrita e a fala são boas quando esquecemos as palavras usadas e precisamos usar outras, para dizer a mesma coisa;

 

 

           Alguns alunos gostam de marcar os livros, já outros gostam de desenhar para ilustrar um entendimento. Isso pode ser feito por meio dos mapas mentais.

 

           Um mapa mental é uma forma visual de apresentar informações, servindo para organizar um resumo sobre uma ideia central, usando figuras, palavras-chaves, símbolos e cores. Ele melhora o aprendizado e a produtividade.

 

Quando você faz um mapa mental, acompanha sua transformação progressiva em um todo coerente e lógico. Esse é o aprendizado ativo. Mas, se ele foi feito por outros, nada fica gravado no seu cérebro.

 

    A figura abaixo ilustra um mapa mental sobre o roadmap para estudar Python em 2023.


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É como no ditado: uma imagem vale mais que mil palavras!

 

Um mapa mental pode ser feito com lápis e papel, mas existem ferramentas digitais para criá-los, como NovaMind5, x-mind, coggle, canva, lucidchart, etc.

 

5 – Ensino ativo, não passivo!

 

Alguns assuntos são bem simples de entender, mas outros são muito difíceis! Existem técnicas que tornam o estudo mais eficaz.

 

Estes são os fatores mais importantes para o sucesso do aprendizado:

·        Ânimo, otimismo e entusiasmo;

·        Persistência e garra, para não desistir na primeira dificuldade;

·        Aprende melhor a lição quem insiste;

·        Esforço na direção correta.

 

Resumindo, é saber estudar.

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Existem dois tipos de ensino:

·        Ensino passivo, tradicional, no qual o professor conduz o aluno, ensinando tudo o que ele deve aprender, todos os assuntos que cairão na prova. É só prestar atenção para aprender. Ele é agradável e leve;


·        Ensino ativo, em que os professores mal explicam e mandam os alunos resolverem tudo sozinhos. As respostas não são ensinadas e os alunos têm que se esforçar para encontrá-las. Ele é desconcertante para o aluno, que fica acuado pelas perguntas que não sabe responder.

 

No entanto, existe um paradoxo entre eles:

·        No ensino passivo, o aluno gosta do método, acha que aprende, mas quase não aprende;


·        No ensino ativo, o aluno trabalha mais, acha que não aprende nada, só que aprende mais e de forma mais duradoura.

 

           Os alunos costumam gostar de professores que dão aulas explicando tudo (ensino passivo), e desgostar de outros, que propõem exercícios, projetos e aplicações (ensino ativo). No ensino ativo, mais eficaz, o papel do professor, na aula, é dialogar e tirar as dúvidas dos alunos sobre o assunto. É a chamada sala invertida!

 

Da mesma forma, existe o estudo ativo e o passivo. Estes são os mandamentos do estudo ativo:

·        Teste seus conhecimentos com frequência

·        Estude um pouco e volte ao tema alguns dias depois;

·        Misture os assuntos, sobretudo os que são parecidos;

·        Tente responder às perguntas antes de aprender a teoria.

·      Na hora de estudar, é mais eficaz recordar as notas sem olhar para elas (método ativo), do que apenas ler as anotações (método passivo);

 

O estudo é uma batalha entre o acerto e o erro, a vitória e a derrota. No entanto, nós aprendemos mais com o erro do que com o acerto.

 

Quando acertamos, passamos logo para o próximo assunto, sem saber porque a resposta está correta, resultando em um aprendizado frágil e superficial.

 

Quando erramos, fazemos perguntas e buscamos explicações que o acerto não provocaria. O real aprendizado ocorre quando tentamos entender por que nossa resposta estava errada.

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Nós, programadores, estamos sempre errando e corrigindo nossos erros, pois é quase impossível um código longo estar 100% correto na primeira execução.

 

          A nossa mente precisa de uma estrutura lógica para adquirir conhecimento, onde os detalhes possam ser encaixados, fazendo sentido.

 

Um bom livro também tem uma estrutura lógica, com ideias centrais que estruturam o pensamento do autor e, em torno delas, as ideias secundárias, os fatos, os exemplos e os detalhes. Se começar a ficar vago, basta olhar o sumário e volta tudo.

 


6 – Melhorando sua memória 

 

Segundo o autor, a mente humana é seletiva, lembrando sempre alguns fatos, enquanto outros são esquecidos, separando, automaticamente, o que interessa daquilo que não interessa. Nos estudos, algumas ideias e fatos precisam ficar na memória, já outros, podem ser descartados, porque não são mais úteis.

 

Nós temos dois tipos de memória. Tudo que chama a atenção dos nossos sentidos é guardado na memória de curto prazo, decisão tomada por nosso cérebro. Para aprender mesmo, ainda é preciso transferir as informações importantes da memória de curto prazo para a memória de longo prazo.

 

A forma mais importante para fazer esta transferência é a repetição, mas pelo método ativo, pois só ele leva a um aprendizado mais permanente.

 

Segundo estudos, os alunos têm dificuldade de saber se já aprenderam um assunto estudado. Seguem algumas técnicas úteis:

 

·        Aguarde um tempo (horas, dias) para ver se a lição não se perdeu na memória;

·        A melhor estratégia para o aprendizado é recordar sem olhar o livro ou as anotações – Só relendo, apenas reconhecemos, é o estudo passivo;

·        Alterne o estudo de vários assuntos ao mesmo tempo, ao invés de estudar um assunto de cada vez;

 

           O feedback é decisivo para um bom aprendizado. Essa é a segunda regra de ouro! Feedback significa corrigir aquilo que errou, após descobrir o que errou e a causa. Por isso, é importante encontrar a resposta correta para seus erros. Quanto mais frequente o uso do feedback, mais se aprende, como na repetição.

 

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7 - Considerações finais 

 

      Quem já leu artigos meus aqui na DIO já deve ter notado que eu tenho dedicação pelo tema educação, aprendizado e estudos. Deve ser porque eu já fui professor e sei do valor do bom estudo para um aprendizado eficaz.

    

       Já escrevi alguns artigos aqui sobre o assunto, sendo o último sobre as técnicas apresentadas no livro (e curso do Coursera) Aprendendo a Aprender, de Barbara Oakley, que também falava da técnica de aprendizado de Richard Feyman (ver link na Seção 9).

    

       O livro tratado neste artigo repete e reforça algumas das técnicas já tratadas no artigo anterior, como a repetição, estudo ativo x estudo passivo, modo focado x modo difuso, memória de curto e longo prazos.

    

       Ele também detalha outras características e técnicas relevantes, como mapas mentais, uso de vários canais para estudar, organização do ambiente de estudo, melhor uso do tempo e melhores hábitos para se aprender melhor.

   

        Atualmente, todos nós precisamos nos atualizar e continuar aprendendo alguma coisa, pois os avanços se dão a cada dia.

    

       Nós, programadores, estamos sempre precisando aprender novas linguagens, frameworks, metodologias e paradigmas, pois nossa área é muito dinâmica!

     

      E, como diz o autor, quem estuda mais, aprende mais e melhor! O objetivo não é terminar de ler o livro, mas aprender o que se estudou. E não ter medo de errar!

    

       Afinal, ninguém melhor do que nós, devs, para errar tanto e buscar a correção imediata, pois nenhum código longo funciona perfeitamente da primeira vez. A gente escreve o código na primeira vez, todas as outras são correções dos erros daquele código, reescritas dele.

    

       Eu ainda tenho mais um artigo em preparação sobre este assunto, que deverá ser publicado nas próximas semanas, encerrando, essa série, que espero ter indicado bons caminhos para quem quer estudar e aprender melhor.

 

8 – Referências  

 

[1] Cláudio de Moura Castro, Você sabe aprender?. Editora Penso, 2015.

 

 

9 – Outros artigos sobre o mesmo assunto 

 

O artigo a seguir foi escrito por mim sobre o mesmo assunto deste que você acabou de ler e recomendo sua leitura como complementação ao tema.

 

Você sabe aprender? Aprenda Agora!

https://web.dio.me/articles/voce-sabe-aprender-aprenda-agora-em-edicao-inserindo-figuras?back=%2Farticles&page=1&order=oldest

Escrito por: Fernando Araujo  

 

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Comentários (4)
Fernando Araujo
Fernando Araujo - 30/10/2023 15:13

Obrigado, Luiz, você sempre me incentivando!

Agradeço pela força!!

O estudo bem feito é super importante para todos, mas para nós, da área de programação, mais ainda, pois os avanços na nossa área se dão aos saltos, até saltos triplos!!

E estudar sem aprender não é eficaz.

É como está lá no artigo: a gente não estuda um livro apenas para chegar ao seu final, mas para aprender o que estudou!

Luiz Café
Luiz Café - 30/10/2023 14:55

Um tema de fundamental importãncia nos tempos atuais em que vivemos. Com tantas informações disponíveis através dos mais variados meios, aprender a aprender é uma necessidade para todos aqueles que desejam permanecer no mercado de trabalho atual, que demanda cada vez mais qualificação, sem claro dispensar um bom planejamento.

Ótimas dicas Fernando, parabéns pelo tão importante artigo.

Fernando Araujo
Fernando Araujo - 30/10/2023 13:50

Obrigado, Lucas.

Sugiro ler o artigo relacionado ao tema, cujo link está na seção 9.

Lucas Martins
Lucas Martins - 30/10/2023 13:21

Otimo Direcionamento para Estudar.

Graduado em Engenharia Elétrica (e Especialista) e em Ciências da Computação, direcionando a carreira para Ciência de Dados e IA, mas me atualizando em Frontend e Kotlin
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