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Marina Duarte
Marina Duarte23/04/2026 17:04
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Crenças que estão sabotando o seu próximo nível profissional!

    Muitas vezes o que nos trava não é falta de competência técnica, mas as histórias que contamos para nós mesmos. Pessoalmente, eu passei por algo assim. Durante uma parte da vida escolar eu fui aquela aluna que aprendia tudo muito rápido e então, dispersava a atenção. Aquela típica criança que a mãe tinha que ouvir: sua filha é inteligente mas conversa demais!

    Eu nunca repeti o ano ou fui para recuperação, mas não fui a aluna mais dedicada da sala. Diferente da minha irmã que era a melhor e mais comprometida da turma - é uma maravilhosa. Muitas vezes escutei dos meus pais que eu não gostava de estudar, até que acabei acreditando. Cumpri tudo que foi esperado de mim, escola, faculdade, pós, aprovação em concurso público, mas na minha mente essa "certeza" ecoava, era tudo por obrigação e não por amor. Hoje, após muito autoconhecimento e vários cursos depois, eu enxergo exatamente o contrário - eu amo estudar! Sou curiosa, gosto de ler, de me aprofundar nas coisas que tenho interesse e me dedico bastante a isso.

    Essas narrativas que repetimos para nós mesmos, drenam energia, tempo e até a nossa conta bancária.

    “Preciso saber 100% de tudo antes de começar” — o perfeccionismo é uma armadilha e confesso que estou tentando me libertar dessa amarra. Enquanto você espera o “momento certo”, o mercado valoriza quem aprende executando.

    “O sucesso dos outros é sorte” — acreditar nisso tira de você a autorresponsabilidade pelo seu sucesso ou fracasso.

    Estratégia, consistência e decisões prudentes explicam grande parte das conquistas, autoconhecimento também.

    O peso extra para as mulheres: essas crenças não nascem atoa.

    Fomos socialmente treinadas para sermos “boas meninas”, perfeccionistas e gratas por qualquer espaço conquistado, mesmo que seja menor que nosso merecimento.

    Isso se reflete em fatores que precisamos enfrentar.

    Estudos baseados em dados da HP e citados pela Harvard Business Review, mostram que homens se candidatam com 60% dos requisitos enquanto muitas mulheres esperam 100%.

    Outra crença limitante é que tendemos a atribuir nossas conquistas a fatores externos, alimentando a síndrome do impostor.

    Além disso, a sobrecarga doméstica e sub valorização geram culpa ao cobrar mais.

    Como virar a chave? Comece por questionar a origem dessas crenças.

    Liste suas conquistas reais — evidências desmontam narrativas falsas.

    Troque “será que eu consigo?” por “como eu vou fazer isso acontecer?”.

    Busque eficiência: delegue, automatize e foque no que gera resultado.

    Negocie com dados: prepare argumentos objetivos para pedir aumento ou precificar o seu trabalho.

    Reconhecer o seu valor é o primeiro passo para ampliar possibilidades e renda.

    A prosperidade começa na forma como você enxerga suas habilidades.

    Se isso ecoou em você, compartilhe uma conquista nos comentários — inspire outra pessoa.

    Vamos conversar: qual crença você está tentando enfrentar?

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