Do zero a Desenvolvedor Jr.
Práticas de excelência que me levaram mais longe
Começar na tecnologia é empolgante, mas evoluir de curioso para Desenvolvedor Jr. exige algo além de cursos e certificados.
Exige método.
Exige mentalidade.
Exige prática intencional.
Estudar fundamentos, não apenas ferramentas
No início, é tentador aprender apenas frameworks. Mas frameworks mudam. Fundamentos não.
Eu foquei em:
- Lógica de programação
- Estruturas de dados
- Padrões de projeto
- Princípios como SOLID
- Arquitetura e organização de código
A meta é: compreender o porquê por trás do código.
Pensar como construtor de produto, não apenas em escrever código
O mercado não paga por linhas de código. Paga por solução de problemas.
Passei a perguntar:
- Qual problema estou resolvendo?
- Isso escala?
- Isso gera valor?
- É sustentável tecnicamente?
Essa mentalidade me fez estudar arquitetura, APIs bem definidas, e tecnologias como Java e Kotlin com foco em construção de sistemas — não apenas sintaxe.
Prática > consumo passivo
Assistir aulas não me tornava melhor. Construir soluções me tornava.
Então eu:
- Refatorei projetos antigos
- Reescrevi códigos buscando melhoria
- Simulei cenários reais
- Versionei tudo no Git
- Estudei ferramentas de build como Gradle e Maven
Prática cria maturidade técnica.
Mentalidade de longo prazo
Ser Desenvolvedor Jr. não é um destino. É uma fase.
A diferença está em agir desde cedo como alguém que quer se tornar:
- Engenheiro de software completo
- Arquiteto
- Tech Lead
Excelência é hábito; e, hábito se constrói.



