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Ana Fátima
Ana Fátima20/03/2026 11:45
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Luizalabs - Back-end com Python - 2º EdiçãoRecomendado para tiLuizalabs - Back-end com Python - 2º Edição

Não é só código: o que ninguém te conta sobre começar na área de tecnologia

    Quando decidi entrar na área de tecnologia, eu tinha uma imagem bem específica na cabeça: eu, sozinha, um monte de código na tela, e pronto. Era só isso. Se eu aprendesse lógica, estruturas de dados, e começasse a programar bem, em algum momento o mercado ia olhar pra mim e falar: "ok, pode entrar." Spoiler: não é assim que funciona.

    Eu estava super focada em aprender, estudando Python, pensando em projetos. Mas mesmo evoluindo, parecia que faltava alguma coisa. E faltava mesmo. Faltava entender como sair da bolha do código e me conectar com o mundo real. Foi no DIO Campus Expert que essa chave virou pra mim.

    O bug do iniciante

    Se você tá começando, provavelmente já pensou alguma versão disso: "preciso estudar mais antes de aparecer", ou "meu projeto ainda não tá bom o suficiente", ou aquele clássico: "quando eu estiver pronta, aí sim."

    Eu vivia assim. E é uma armadilha.

    Porque se você não aparece, ninguém sabe que você existe. Simples assim. Esse foi um dos maiores bugs que precisei corrigir — e não foi no código.

    Protagonismo não é palavra bonita de palestra

    Uma das coisas que mais me sacudiu foi entender que a tecnologia tá mudando rápido demais pra quem fica parado. A IA não vai me substituir — mas alguém que sabe usar ela melhor do que eu pode.

    Isso assustou e libertou ao mesmo tempo.

    Me fez entender que eu não posso ser passiva na minha própria carreira. Protagonismo, na prática, é não esperar se sentir pronta. É parar de estudar em silêncio. É se posicionar mesmo com insegurança, porque feito é melhor que perfeito — e essa não é só uma frase motivacional, é estratégia.

    Comunicação: a habilidade que ninguém coloca no roadmap

    Dentro do código, o que importa é lógica. Fora dele, o que importa é comunicação. E isso mudou completamente minha visão sobre o que significa "estar preparada".

    Não é só sobre saber fazer — é sobre saber explicar o que você faz. Não é só sobre aprender — é sobre mostrar que você está aprendendo. A forma como você se apresenta, seja no LinkedIn, numa conversa ou num post, faz parte do seu trabalho. Eu demorei pra entender isso.

    LinkedIn não é cemitério de currículo

    Eu via o LinkedIn como um lugar formal e um pouco engessado, onde você joga o currículo e espera alguém te achar. Hoje vejo diferente.

    Comecei a interagir com empresas que quero trabalhar, a acompanhar recrutadores, a comentar de verdade nos posts — não aquele "parabéns!" vazio, mas comentários com opinião. Comecei a postar o que estou aprendendo, mesmo que imperfeito. E isso muda tudo. Você deixa de ser mais um perfil e começa a ser uma pessoa presente.

    Portfólio: menos perfeição, mais verdade

    Eu complicava muito o tal portfólio. Achava que precisava estar impecável, cheio de projetos impressionantes, antes de mostrar pra alguém.

    Mas aprendi que o que importa é mostrar que você sabe resolver problemas — não que você tem a solução mais bonita do mundo. Um projeto simples bem explicado vale mais do que um projeto complexo jogado num repositório sem contexto. O que mostra seu raciocínio, sua forma de pensar, é o que fica.

    Não precisa ser perfeito. Precisa ser verdadeiro.

    Networking sem aquela sensação chata de estar pedindo favor

    Confesso que eu tinha um certo medo de networking. Parecia que entrar em contato com alguém era incomodar, ou pior, parecer desesperada. Mas não é isso.

    Networking é sobre criar conexão, trocar ideia, aprender com quem já tá na área. Então comecei a listar empresas que me interessam, seguir pessoas que trabalham nelas, interagir com o conteúdo, mandar conexões com contexto real. Isso torna tudo mais natural — porque é natural.

    Conclusão: o código é o começo, não o destino

    Entrar na área de tecnologia não é só sobre código. É sobre se posicionar, se comunicar, se mostrar — e agir mesmo sem se sentir 100% pronta.

    Se eu pudesse falar algo pra quem tá começando agora: não espera se sentir pronta. Você fica pronta no caminho.

    Então posta aquele projeto. Comenta naquele conteúdo. Manda aquela conexão. O "não" você já tem. O resto você constrói.

    Sou estudante de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, em transição de carreira, mergulhando no back-end com Python enquanto construo meu portfólio com propósito.

    #DIOCampusExpert #CarreiraTech #Python #BackEnd #TransiçãoDeCarreira #DevIniciante

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