Vibe Coding vs. Spec: Estamos trocando a Engenharia por "Torcida"? ⚡️🤔
Recentemente, o termo "Vibe Coding" ganhou força. É aquela sensação deliciosa de descrever uma ideia para uma IA, ver o código brotar e a aplicação funcionar de primeira. É rápido, é visual, é quase mágico.
Mas aqui vai a "unpopular opinion": Vibe coding não é desenvolvimento de software sustentável.
Qual a diferença real?
Vibe Coding: Você programa por "sentimento". Se o resultado visual parece certo, você aceita. O problema? Você não domina a lógica subjacente. É como construir uma casa sem planta, confiando que os tijolos vão se segurar sozinhos porque a fachada ficou bonita.
Spec-Driven Development (Spec): Você define o comportamento, as restrições e as regras de negócio antes (ou junto) da implementação. A IA aqui não é o "mestre", é o "estagiário de luxo" que executa um plano rigoroso.
Por que o "Vibe Coding" pode ser um tiro no pé?
Débito Técnico Oculto: A IA pode gerar soluções que funcionam agora, mas que não escalam ou possuem vulnerabilidades de segurança que você não revisou.
A Alucinação da Lógica: Quando a "vibe" falha e um bug complexo aparece, quem só faz vibe coding não sabe como debugar, porque nunca entendeu a arquitetura original.
Manutenibilidade Zero: Tentar dar manutenção em um sistema complexo construído apenas via prompts genéricos é um pesadelo para times grandes.
Engenharia de software é sobre previsibilidade, não sobre sorte.
A IA deve ser usada para acelerar a escrita da Spec e do código, mas nunca para substituir o pensamento crítico do engenheiro.
E você? Tem se rendido ao brilho do Vibe Coding ou mantém o rigor das Specs mesmo com a pressão pela velocidade? 👇
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