A linha entre a máquina e a intenção humana
A tecnologia muda em um ritmo frenético, mas a calma para fracionar problemas complexos em pedaços menores é uma habilidade nossa que não envelhece.
Aprender frontend não é uma sprint pra aprender tudo na primeira semana, é uma maratona feita de etapas independentes, é ter paciência com a própria cabeça.
O virtual DOM foi revolucionário para entender a diferença do que está na tela e o que precisa mudar, economizando processamento.
Se a engenharia atual alcançou esse nível cirúrgico de apenas reagir ao que o humano faz, qual será o próximo passo lógico da interface? Antecipar as coisas? Será que o frontend vai deixar de reagir somente ao clique humano? É tanta a evolução de dados, padrões e comportamento que, se as interfaces começarem a renderizar mudanças e baixar recursos antes do próximo clique acontecer, o próprio site estaria prevendo o que você quer baseado no movimento do mouse. É muito interessante pensar na linha entre a máquina e a intenção humana.



