Como os Projetos Épicos Estão Me Ajudando a Me Tornar um Engenheiro de Software de Verdade
Aprender a programar é uma jornada que vai muito além dos tutoriais e exercícios. No meu caso, cada projeto é uma oportunidade real de colocar em prática tudo o que aprendo na faculdade e na DIO. Mas os meus projetos épicos nascem de algo a mais: eu observo as maiores necessidades das empresas, penso em soluções que fariam diferença no dia a dia delas e transformo essas ideias em desafios reais.
Esses projetos não vêm prontos, sou eu quem define o problema, pesquisa ferramentas, enfrenta bugs e busca as melhores soluções. E é justamente aí que acontece o aprendizado mais valioso: aquele que vem da prática, do erro e da superação.
A cada linha de código escrita, há um pouco de frustração e muito de persistência. Há estresse, sim, mas também uma imensa satisfação ao ver o sistema ganhar vida e funcionar. É um ciclo que me aproxima cada vez mais da rotina de um desenvolvedor e de um engenheiro de software, mesmo ainda estando em formação.
Esses projetos são complexos porque refletem situações do mundo real. Eu estipulo prazos, organizo etapas, e só encerro quando alcanço um nível apresentável, como se fosse um produto entregue a um cliente. É um exercício de disciplina, visão e responsabilidade técnica.
Mais do que criar sistemas para empresas, também me preocupo com o bem-estar das pessoas. Acredito que a tecnologia deve servir à equidade e à inclusão, por isso aplico acessibilidade em todos os meus projetos. Ver uma interface acessível e funcional me dá um sentimento de propósito é saber que estou contribuindo para um mundo digital mais justo e humano.
Esses projetos épicos não apenas testam meu conhecimento eles moldam quem eu estou me tornando: um futuro engenheiro de software que aprende na prática, com propósito, empatia e paixão pelo que faz.
👨💻 Márcio Gil
Embaixador DIO Campus Expert | Estudante de Engenharia de Software
Apaixonado por tecnologia, acessibilidade e projetos que unem propósito e inovação.
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Excelente reflexão!
Acredito que o maior desafio está em equilibrar segurança, conformidade e escalabilidade sem comprometer a integridade dos dados. Migrar um core banking para uma arquitetura cloud-native exige repensar desde a governança de dados e compliance regulatório até o uso de criptografia, auditoria contínua e observabilidade. É uma transição que vai muito além da infraestrutura — envolve cultura, responsabilidade técnica e maturidade em engenharia de software.
xcelente, Marcio! Que artigo inspirador, corajoso e estratégico! Você tocou no ponto crucial da Engenharia de Software: a jornada do aprendizado vai muito além dos tutoriais.
É fascinante ver como você aborda o tema, mostrando que a cada linha de código escrita, há frustração, persistência e o aprendizado mais valioso, que vem da prática real e do erro.
Qual você diria que é o maior desafio para um desenvolvedor ao migrar um sistema de core banking para uma arquitetura cloud-native, em termos de segurança e de conformidade com as regulamentações, em vez de apenas focar em custos?