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Gabriel Gonçalves
Gabriel Gonçalves07/03/2026 15:58
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Entrei na faculdade de ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS e o que encontrei lá ME ASSUSTOU!

    Entrei na faculdade de Análise e Desenvolvimento de Sistemas e o que encontrei lá, me deixou assustado!

    Eu sempre ouvi dizer que, para se tornar um bom programador, o curso superior era totalmente dispensável. Na verdade, muitos criadores de conteúdo da área tratam a formação universitária como uma grande perda de tempo.

    Depois de muitos anos flertando com a área, rabiscando alguns códigos e me aventurando em cursos na internet, decidi iniciar uma graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas por dois principais motivos.

    1. Durante o ensino médio eu fui um adolescente rebelde. Não gostava de estudar e bradava aos quatro cantos que nunca faria uma universidade. O tempo passou e essa decisão acabou me gerando um certo arrependimento. Ainda havia tempo para voltar atrás, não por necessidade, mas por engrandecimento pessoal.
    2. Além disso, eu sempre tive o sonho de entrar na área de tecnologia. Então pensei que, se fosse para fazer uma faculdade, gostaria que fosse algo que realmente me motivasse a aprender.

    Mesmo com as recomendações contrárias de muitos “gurus da TI”, me matriculei no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas em janeiro de 2026, na modalidade EAD.

    As aulas começaram em março e tive uma grande surpresa, que posso até chamar de sorte. Fui convidado para assistir a uma palestra com a coordenadora dos cursos de TI da instituição e resolvi participar.

    Naquele dia percebi que existia um mundo inteiro me esperando dentro do campus e que viver dois anos e meio de graduação apenas diante de uma tela talvez não fosse a melhor opção. Então, no mesmo dia, troquei meu curso para a modalidade semipresencial.

    O primeiro dia de aula no modelo semipresencial foi sobre fundamentos de redes. Mas o que eu não sabia era que um sentimento de “estou perdendo alguma coisa” viria à tona novamente.

    Fui tomado por uma vontade enorme de estar presente naquele ambiente o máximo de tempo possível. Duas aulas presenciais por semana não seriam suficientes. Eu precisava viver aquilo de perto.

    Então, mais uma vez, migrei de modalidade, dessa vez para o presencial.

    E foi aí que a história começou a ficar estranha.

    Porque encontrei nas aulas do curso de ADS algo que me deixou extremamente assustado.

    Quando entrei na faculdade, tinha muito claro na minha mente aquela máxima que todo mundo repete:

    “Universidade não forma programador.”

    Então fui com a expectativa ajustada a essa crença.

    No entanto, hoje a minha reflexão é a seguinte:

    • Ser um programador é simplesmente dominar uma linguagem de programação?
    • Ou ser programador é desenvolver sensibilidade, capacidade de abstração, criatividade, resolução de problemas, observar o mundo ao redor e compreender diferentes formas de pensar?

    Pode ser que o tempo me corrija e me mostre o contrário. Mas, até o momento, essa tem sido a minha visão sobre programação.

    E qual ambiente seria mais propício para despertar todas essas habilidades senão a universidade?

    Foi exatamente isso que encontrei lá.

    E mais do que isso: estou aprendendo a programar durante as aulas.

    Sim, estou colocando a mão no código.

    HTML, CSS, PHP, JavaScript, Python, C.

    Será que tudo isso não faz parte da formação de um programador?

    Eu sinceramente não esperava encontrar isso na faculdade.

    Fiquei assustado, mas, ao mesmo tempo, ainda mais entusiasmado.

    Claro, no fim do dia, quem faz a escola é o aluno. Quem constrói a própria carreira é você. Nenhuma instituição pode substituir o seu papel nessa jornada.

    Mas aqui vai um conselho.

    Se você pode, faça um curso de graduação.

    Pesquise bem antes, escolha a melhor opção para você, mas faça.

    E, se possível, faça presencial ou semipresencial. A experiência vale muito a pena.

    Lá na frente, tenho certeza de que a conta vai fechar.

    Escute menos os influenciadores e vá atrás dos seus próprios sonhos.

    Eu estou indo atrás dos meus.

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