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Savio Bastos
Savio Bastos18/01/2024 15:58
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𝐎 ππŽπƒπ„π‘ 𝐃𝐀𝐒 𝐂𝐇𝐀𝐕𝐄𝐒 π€π‘π“πˆπ…πˆπ‚πˆπ€πˆπ’ 𝐍𝐀 πŒπŽπƒπ„π‹π€π†π„πŒ 𝐃𝐄 πƒπ€πƒπŽπ’

  • #SQL
  • #Power BI

Recentemente, realizando a modelagem em um projeto de anΓ‘lise das vendas de um e-commerce, me deparei com um formato nΓ£o sequencial de ID, algo como uma chave aleatΓ³ria β€œES-2015-RA1994545-42219”. SΓ£o nessas situaçáes que as chaves SK (Surrogate key, ou chave artificial) mostram sua importΓ’ncia.


Uma SK é um identificador único em tabela, podendo ser inteiro e sequencial, mas que não representa um dado real, sendo apenas um registro criado com o propósito de ser a chave primÑria da relação. 


A Surrogate Key:

  • Funciona como chave primΓ‘ria pois nΓ£o apresenta repetição;
  • Referencia as tabelas dimensΓ£o na tabela fato;
  • Facilita a manutenção de dados e a atualização de registros, devido a serem ΓΊnicas para cada registro.

Quando usar?

  • Sempre que sua chave natural nΓ£o atende aos requisitos de unicidade, imutabilidade e simplicidade.
  • Para tabelas de dimensΓ£o em data warehouses, onde a performance e a simplicidade sΓ£o cruciais.
  • Em qualquer situação onde a chave natural pode mudar ou pode haver duplicados.


No entanto, Γ© importante se atentar ao uso dessas chaves, jΓ‘ que elas nΓ£o tΓͺm significado atrelado ao negΓ³cio e podem confundir o usuΓ‘rio final. Esse uso deve ser bem planejado para evitar problemas futuros.


Saiba mais em:

https://pt.slideshare.net/ronmorg1/natural-vssurrogate-keys

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