O que aprendi no bate-papo com o Jerry Strazzeri
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Hoje assisti à mentoria “Bate-papo de Carreira com Jerry Strazzeri” no DIO Campus Expert e saí com algumas fichas bem importantes caindo sobre carreira em tecnologia, IA e trabalho global.
Alguns pontos que mais me marcaram:
A carreira vem em ciclos: internet estática, sites dinâmicos, redes sociais e agora IA. Em cada ciclo, quem se ajusta rápido ganha espaço; quem ignora fica para trás.
Idéia sozinha vale pouco. O que diferencia é executar, testar, medir e corrigir. Trabalho consistente + um pouco de sorte > “ideia genial guardada na cabeça”.
IA não é “inimiga do dev”, é multiplicador. As empresas já medem quanto você usa IA no dia a dia. Quem aprende a trabalhar como “humano + IA” entrega mais e se torna mais valioso.
Para carreira internacional, o caminho realista é: construir resultado forte no Brasil, aprender inglês de verdade, alinhar seu skill set ao que as vagas lá fora pedem e acreditar que é possível, em vez de se sabotar de saída.
Networking não é pedir favor no LinkedIn. É gerar valor primeiro, construir confiança e reputação, inclusive no que você publica e comenta online. As oportunidades grandes passam por recomendação, não só por currículo.
Certificações e ferramentas ajudam, mas o que pesa na prática é: você gera resultado mensurável ou não? É isso que justifica promoção, convite para projetos chave e portas em empresas maiores.
Saí da mentoria com uma pergunta na cabeça: se a IA virou o novo “padrão mínimo”, o que eu estou fazendo hoje para não ser apenas mais um profissional que escreve código, mas alguém que resolve problemas de negócio usando dados, tecnologia e boas relações?
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@DIO Community
Obrigado! Fico feliz que o tema conectou, até porque, com minha formação e as pós, esse assunto realmente conversa comigo.
Sobre o desafio: quando a gente fala de migrar um core banking pra cloud-native, o ponto central não é custo. É garantir segurança e conformidade num cenário muito mais dinâmico.
Você precisa manter criptografia, segregação de dados, acesso mínimo, auditoria e todas as exigências do BCB, LGPD, PCI… só que agora num ambiente elástico, distribuído e que muda o tempo todo.
E isso exige automação de políticas, compliance contínuo e uma migração bem pensada, sem colocar em risco a confiabilidade do sistema.
No fim das contas: a arquitetura pode mudar, mas a responsabilidade não. É isso que torna a migração desafiadora de verdade.
Excelente, Igo! Que artigo inspirador, corajoso e essencial! Você tocou nos pontos cruciais da Mentoria de Carreira com Jerry Strazzeri: a IA é um multiplicador de impacto, e o crescimento profissional exige ajuste rápido aos ciclos de mercado e geração de valor mensurável.
É fascinante ver como você aborda o tema, mostrando que a inteligência na carreira está em executar e medir de forma consistente, e não apenas em ter ideias.
Qual você diria que é o maior desafio para um desenvolvedor ao migrar um sistema de core banking para uma arquitetura cloud-native, em termos de segurança e de conformidade com as regulamentações, em vez de apenas focar em custos?