Programar no começo é difícil — e eu escolhi continuar !
Quando comecei a estudar programação, achei que o problema era comigo. O código não funcionava, os erros apareciam sem explicação clara e tudo parecia mais simples para quem ensinava do que para quem estava aprendendo. Em vários momentos, pensei em desistir.
Com o tempo, percebi algo importante: me sentir perdido fazia parte do processo. Programar não é só aprender comandos ou copiar códigos prontos, é aprender a pensar de outra forma. É errar, tentar de novo, pesquisar, ajustar e errar mais uma vez até, aos poucos, as coisas começarem a fazer sentido.
Também aprendi que me comparar com outras pessoas só me atrapalhava. Eu via desenvolvedores criando projetos incríveis e pensava que nunca chegaria naquele nível. O que eu não enxergava era o começo deles — as horas travadas em um erro simples, as dúvidas básicas, a insegurança. Todo mundo começa do zero.
Não sou um gênio e nem aprendo tudo rápido. O que me fez continuar foi a persistência. Estudar um pouco todos os dias, mesmo sem vontade. Continuar mesmo quando parecia que eu não estava evoluindo. A programação não exige perfeição, ela exige constância.
Existem dias em que nada funciona e a frustração bate forte. Mas também existem aqueles momentos em que o código finalmente roda e eu percebo que todo esforço valeu a pena. Cada pequena conquista me lembra do motivo pelo qual comecei.
Eu ainda estou aprendendo. Ainda erro bastante. Mas não perdi a esperança. E hoje eu sei: continuar, mesmo devagar, é o que realmente faz a diferença.



