Bend: A Revolução BR na Programação Paralela – Rápida, Poderosa e Feita para o Futuro!
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imagem retirada do Instagram da Ada tech
Se liga nessa: já imaginou uma linguagem de programação feita pra facilitar a vida de quem precisa de processamento pesado, rodando suave em múltiplas threads e ainda feita por um BR? Pois é, isso existe, e o nome dela é Bend!
O que diabos é Bend?
Bend é uma linguagem de programação paralela de alto nível, criada pelo brasileiro Victor Taelin. A parada aqui é simples: ela foi feita pra tirar proveito de CPUs e GPUs sem que o dev precise se matar lidando com toda a complexidade da programação paralela tradicional. Basicamente, você escreve código de um jeito mais natural, e a linguagem se vira pra distribuir a execução entre os processadores. Isso significa que seu código roda mais rápido, sem precisar perder tempo brigando com threads, mutex e outras dores de cabeça.
Como assim, mais rápido?
Pra ter uma noção do poder da Bend, bora olhar um teste básico:
- Uma soma paralela rodando em um Apple M3 Max demorou 147 segundos;
- A mesma operação em uma NVIDIA RTX 4090 levou só 0,82 segundo!
Mano, isso é insano! A Bend consegue sugar o máximo de desempenho das placas de vídeo, e a gente sabe que GPU não tá ali só pra rodar joguinho, né? (Ou tá, mas quem disse que não podemos usar isso pra outras coisas?)
Mas e a sintaxe, é de outro planeta?
Não! A sintaxe da Bend lembra bastante Python, o que torna bem de boa pra aprender. Se você já mexeu com Python, a curva de aprendizado vai ser tranquila. Isso é uma baita vantagem, porque geralmente linguagens que focam em paralelismo são um terror pra entender.
Quem devia ficar de olho na Bend?
- Devs que mexem com computação científica e precisam de muito processamento.
- Quem trampa com machine learning e quer turbinar os treinos dos modelos.
- Qualquer um que já teve que lidar com paralelismo e sofreu com código bugado e difícil de gerenciar.
Conheça o Gênio por Trás da Bend: Victor Taelin
Se você curtiu a Bend, precisa conhecer o cara que tornou tudo isso possível: Victor Taelin. Desde os 11 anos, o Victor já era fissurado em programação. Imagina só, enquanto a maioria de nós estava jogando videogame, ele já estava criando códigos! Com o tempo, essa paixão só cresceu, levando-o a se tornar um dos desenvolvedores do Ethereum, a segunda maior criptomoeda do mundo.
Mas o Victor não parou por aí. Ele também é o cérebro por trás do Kind, a primeira linguagem de uso geral que inclui provas formais, e do HVM, a máquina virtual funcional mais rápida do planeta.
Além disso, o Victor compartilha seus conhecimentos e projetos no GitHub, onde você pode conferir mais sobre seus trabalhos e contribuições para a comunidade de programação.
E se você quiser ouvir mais sobre as ideias e projetos do Victor, vale a pena conferir a entrevista que ele deu no podcast "Morning Crypto". Lá, ele fala sobre suas experiências e visões para o futuro da computação.
Conclusão
Victor Taelin é a prova viva de que o Brasil tem talentos incríveis na área de tecnologia. Com a criação da Bend, ele não só simplificou a programação paralela, mas também colocou o Brasil no mapa das inovações tecnológicas globais. Então, da próxima vez que você usar a Bend, lembre-se: tem um toque brasileiro de genialidade por trás disso!
Créditos
- Autor: Erick de Lima Souza
- Fontes:
- Palestra "A Kind Devil's Thesis" – Victor Taelin no DCC/UFMG (dcc.ufmg.br)
- Perfil de Victor Taelin no GitHub
- Entrevista no podcast "Morning Crypto" (youtube.com)
- Capa: a capa postada no artigo foi retirada do Instagram da Ada tech
Espero que este artigo tenha te inspirado a explorar mais sobre a Bend e o trabalho incrível do Victor Taelin. Quem sabe você não se torna o próximo desenvolvedor brasileiro a revolucionar o mundo da programação?
Obs.: Cara, gostei de mais do Bend principalmente pelo fato de ser desenvolvido por um brasileiro. Estou acompanhando sobre o Bend e aprendendo o pouco sobre essa linguagem.




RR
Eu tentei Bend com toda a minha vontade.
O que eu enfrentei (talvez porque ainda era ainda em 08/08/2024):
Resumindo, em todo o meu repositório "Pedra de Roseta" em matemática financeira, com 315 soluções em dialetos distintos, Bend foi a mais complicada de escrever e com o pior resultado final. Isso porque incluí linguagens BASIC de microcomputadores 8 bits do começo dos anos 1980. E até linguagens que, em teoria, não têm números, ou não têm variáveis, ou não têm funções, ou não têm arrays, ou não têm operadores lógicos.
Ela melhorou de 08/08/2024 para cá? Eu queria realmente reescrever a minha solução em Bend.
Nossa vlw pelo feedback! Fico feliz que o artigo tenha gerado tanto interesse.
Em relação à sua pergunta, vejo que a principal diferença da Bend é a forma como simplifica o paralelismo. Enquanto linguagens como Rust ou Julia já oferecem paralelismo, elas exigem lidar com threads e sincronização de forma mais complexa. A Bend, por outro lado, tem uma sintaxe bem mais simples e intuitiva, facilitando a programação paralela sem a complicação de mutexes ou locks.
Além disso, sua capacidade de trabalhar tanto com CPUs quanto GPUs é um grande diferencial, especialmente para áreas como machine learning e computação científica, onde o desempenho é crucial. Comparada com CUDA, por exemplo, a Bend oferece um caminho mais acessível para otimizar o código em ambos os tipos de hardware.
É claro que ainda há desafios, como a adoção e a documentação, mas vejo um grande potencial nela!
Que descoberta incrível, Erick! A Bend promete revolucionar a programação paralela ao simplificar a execução eficiente de código em CPUs e GPUs, algo essencial para áreas como machine learning, computação científica e processamento de alto desempenho. É inspirador ver um brasileiro, Victor Taelin, desenvolvendo uma linguagem com potencial para competir globalmente e otimizar a forma como lidamos com paralelismo sem a complexidade tradicional de threads e mutex.
Na DIO, incentivamos a exploração de novas linguagens e tecnologias que impulsionam o desenvolvimento de software. A crescente demanda por performance e eficiência computacional torna a Bend uma aposta interessante para quem trabalha com IA, aprendizado profundo e computação de alto desempenho. Além disso, sua sintaxe intuitiva e foco em acessibilidade podem acelerar sua adoção entre desenvolvedores que precisam de paralelismo sem complicação.
Você mencionou que está acompanhando o Bend de perto. Quais desafios ou diferenciais você já percebeu na linguagem em relação a outras voltadas para alto desempenho, como Rust, CUDA ou Julia?