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Bruna Souza19/08/2026 11:47
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Estruturação de dados e governança na tomada de decisão

    Trabalho com governança de comunicação, compliance jurídico e inteligência artificial. No meu dia a dia, procuro sempre simplificar as coisas. Faço isso aplicando Legal Design em contratos e usando ferramentas de inteligência artificial para melhorar processos.

    Fazer parte das equipes em eventos de grande porte, como o São Léo Open e a Brasil Juniors Cup, me ensinou que conhecer bem os processos internos é a melhor forma de evitar problemas e mitigar riscos. Esse mesmo raciocínio vale para a área de dados. Reuni alguns conceitos para mostrar de forma direta como Business Intelligence, modelagem de dados e boas práticas de código ajudam a tomar decisões seguras.

    O processo de transformar dados soltos em uma decisão útil segue um caminho prático. Tudo começa com os dados, que são os registros brutos sem tratamento. Depois, eles passam por filtros e limpezas para se tornarem informações organizadas. Ao entender o contexto dessas informações, geramos conhecimento. É com base nesse conhecimento que tomamos decisões.

    O Business Intelligence foca em analisar esses dados para gerenciar um negócio. O Power BI é a principal ferramenta para isso e funciona com dois recursos principais. O Power Query prepara os dados limpando e organizando as informações antes da análise. Já o DAX é uma linguagem de fórmulas que permite criar cálculos e novas métricas usando os dados conectados, sem alterar a base original.

    A forma como os dados são conectados afeta o desempenho dos relatórios e o controle de acessos, algo essencial para a LGPD. O formato mais recomendado no Power BI é o esquema em estrela. Ele possui uma tabela central que guarda os valores e as métricas. Ao redor dela ficam as tabelas de dimensões, que servem para categorizar e filtrar os dados por datas ou locais. A conexão entre essas tabelas é chamada de cardinalidade, o que deixa o modelo rápido e fácil de usar.

    Quando usamos Python para automatizar ou analisar dados, o código precisa ser legível para que outras pessoas entendam o que foi feito. Para isso, seguimos um guia chamado PEP 8. Ele orienta sobre os espaçamentos corretos para organizar os blocos de código, o uso de padrões claros para nomear variáveis e a inserção de pequenos textos explicativos para detalhar a função de cada trecho.

    Dados bem estruturados, processos claros e código limpo formam a base para gerar relatórios confiáveis. Com essa organização técnica, as decisões de negócio se tornam mais ágeis e seguras.

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