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Felipão DIO
Felipão DIO29/04/2026 11:20
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As expressões em inglês para passar em uma entrevista tech internacional

    Fala, comunidade tech!

    Ontem estivemos ao vivo a Bel Freitas, Career Coach especializada em carreiras internacionais, junto com a Denize, coordenadora do English4Tech. E eu precisava compartilhar o que rolou porque foi uma daquelas conversas que muda a forma como você enxerga o seu próximo passo na carreira.

    Currículo em inglês não é só tradução

    A primeira coisa que a Bel deixou clara é que traduzir o currículo do português para o inglês não funciona. O formato é diferente, a mentalidade é diferente. Lá fora, o recrutador quer saber o que você entregou, não o que você fazia. A fórmula que ela compartilhou foi simples e poderosa: [Technical Action] + [Context/Challenge] + [Measurable Result]. Quanto tempo você economizou? Quanto de custo você reduziu? Esses números fazem toda a diferença.

    LinkedIn não é só currículo online

    O segundo ponto foi sobre LinkedIn. A maioria dos profissionais cria o perfil, coloca as experiências e abandona. Mas os recrutadores internacionais estão ativos lá, buscando talentos o tempo todo. Palavras-chave certas, interação com a comunidade e um headline que comunica clareza e senioridade, esses detalhes são o que fazem você aparecer ou ficar invisível.

    Verbos de impacto: pequeno detalhe, grande diferença

    Outro ponto que me chamou atenção foi sobre os verbos. "Delivered", "implemented", "developed" — esses verbos no passado são o padrão dos currículos internacionais. E tem um detalhe de pronúncia que muita gente erra: verbos terminados em "ed" nunca pronunciam o "e". É "deliverd", "implementd". Parece pequeno, mas é exatamente o tipo de coisa que separa quem soa natural de quem soa como iniciante numa entrevista.

    Negociação salarial: o maior tabu da carreira internacional

    Esse foi o trecho que mais gerou perguntas no chat. A Bel foi direta: culturalmente, brasileiro não negocia. Coloca "a combinar" e torce para o melhor. No mercado internacional, isso é um erro. Você precisa chegar com um range salarial pesquisado — Glassdoor ajuda muito nisso — e demonstrar que entende que lá fora o salário é anual, não mensal. Essa postura já passa segurança antes mesmo de começar a conversa.

    Fluência não é falar igual a um nativo

    A frase que encerrou a live ficou na minha cabeça: fluência é quando você é compreendido. Não é gramática perfeita, não é sotaque neutro. É clareza, é confiança, é ter vocabulário suficiente para se comunicar no contexto certo. E isso se aprende com método, não com sorte.

    Se você quer esse método, a English4Tech Week ainda está aberta. O DIO GLOBAL Vitalício dá acesso para sempre ao English4Tech, do nível A1 ao B2, com foco total no vocabulário e nas situações reais que você vai enfrentar em entrevistas e times internacionais, além de bootcamps ilimitados e o Job Board com vagas que pagam em dólar ou euro.

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    Até a próxima

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