As expressões em inglês para passar em uma entrevista tech internacional
Fala, comunidade tech!
Ontem estivemos ao vivo a Bel Freitas, Career Coach especializada em carreiras internacionais, junto com a Denize, coordenadora do English4Tech. E eu precisava compartilhar o que rolou porque foi uma daquelas conversas que muda a forma como você enxerga o seu próximo passo na carreira.
Currículo em inglês não é só tradução
A primeira coisa que a Bel deixou clara é que traduzir o currículo do português para o inglês não funciona. O formato é diferente, a mentalidade é diferente. Lá fora, o recrutador quer saber o que você entregou, não o que você fazia. A fórmula que ela compartilhou foi simples e poderosa: [Technical Action] + [Context/Challenge] + [Measurable Result]. Quanto tempo você economizou? Quanto de custo você reduziu? Esses números fazem toda a diferença.
LinkedIn não é só currículo online
O segundo ponto foi sobre LinkedIn. A maioria dos profissionais cria o perfil, coloca as experiências e abandona. Mas os recrutadores internacionais estão ativos lá, buscando talentos o tempo todo. Palavras-chave certas, interação com a comunidade e um headline que comunica clareza e senioridade, esses detalhes são o que fazem você aparecer ou ficar invisível.
Verbos de impacto: pequeno detalhe, grande diferença
Outro ponto que me chamou atenção foi sobre os verbos. "Delivered", "implemented", "developed" — esses verbos no passado são o padrão dos currículos internacionais. E tem um detalhe de pronúncia que muita gente erra: verbos terminados em "ed" nunca pronunciam o "e". É "deliverd", "implementd". Parece pequeno, mas é exatamente o tipo de coisa que separa quem soa natural de quem soa como iniciante numa entrevista.
Negociação salarial: o maior tabu da carreira internacional
Esse foi o trecho que mais gerou perguntas no chat. A Bel foi direta: culturalmente, brasileiro não negocia. Coloca "a combinar" e torce para o melhor. No mercado internacional, isso é um erro. Você precisa chegar com um range salarial pesquisado — Glassdoor ajuda muito nisso — e demonstrar que entende que lá fora o salário é anual, não mensal. Essa postura já passa segurança antes mesmo de começar a conversa.
Fluência não é falar igual a um nativo
A frase que encerrou a live ficou na minha cabeça: fluência é quando você é compreendido. Não é gramática perfeita, não é sotaque neutro. É clareza, é confiança, é ter vocabulário suficiente para se comunicar no contexto certo. E isso se aprende com método, não com sorte.
Se você quer esse método, a English4Tech Week ainda está aberta. O DIO GLOBAL Vitalício dá acesso para sempre ao English4Tech, do nível A1 ao B2, com foco total no vocabulário e nas situações reais que você vai enfrentar em entrevistas e times internacionais, além de bootcamps ilimitados e o Job Board com vagas que pagam em dólar ou euro.
Garanta agora enquanto a oferta da English4Tech Week está no ar: https://c.dio.me/s9e3R4
Até a próxima



