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Jose Noronha
Jose Noronha28/01/2026 22:34
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Bootcamp "CAIXA - Inteligência Artificial na Prática": o que eu aprendi / IA Aliada

    Concluir um bootcamp é mais do que colecionar um certificado — é ganhar vocabulário, clareza e confiança para aplicar o que foi estudado. Recentemente finalizei o bootcamp “CAIXA – Inteligência Artificial na Prática”, com 28 horas de carga horária, e decidi registrar aqui os principais insights e como pretendo transformar esse aprendizado em prática.

    A ideia deste artigo é simples: compartilhar o que faz sentido para quem, como eu, está no dia a dia de desenvolvimento (Node.js/TypeScript/React/React Native) e quer usar IA como copiloto, sem cair na armadilha do “piloto automático”.

    Por que esse bootcamp fez sentido pra mim

    Eu trabalho (e estudo) construindo sistemas completos: backend, frontend, banco e produção. Nessa rotina, IA aparece com frequência — seja para destravar um bug, acelerar uma refatoração ou estruturar melhor uma solução.

    O bootcamp reforçou uma visão que eu considero essencial:

    IA não é só “gerar texto” — é uma ferramenta para ampliar raciocínio, produtividade e qualidade, desde que usada com critério.

    IA como aliada do desenvolvedor: onde ela realmente ajuda

    Muita gente pensa em IA apenas como algo “do futuro”. Mas a verdade é que ela já ajuda muito em tarefas comuns — e algumas delas viram um diferencial enorme para quem está buscando evolução como dev júnior.

    Debug mais rápido (com método)

    Quando um bug aparece, é fácil “atirar para todo lado”. Com IA, dá pra acelerar o processo se você fornecer contexto:

    • logs relevantes,
    • comportamento esperado vs. atual,
    • trecho mínimo de código,
    • passos para reproduzir.

    A IA pode sugerir hipóteses e caminhos de investigação, e você valida com testes e logs. O ganho aqui é tempo e foco.

    Melhorar código sem perder a mão

    Refatorar é uma das atividades mais valiosas (e mais negligenciadas). IA ajuda com:

    • sugestão de nomes melhores,
    • organização de camadas (controller/service/repository),
    • remoção de duplicações,
    • padrões de tratamento de erro,
    • consistência de tipagem no TypeScript.

    O ponto importante: você continua responsável por revisar e garantir que aquilo está correto.

    Criar testes e cobrir casos de borda

    Escrever testes do zero pode ser chato no início. IA ajuda a:

    • sugerir cenários críticos,
    • gerar esqueleto de testes,
    • lembrar casos de borda (ex.: nulo, vazio, paginação, permissões).

    Mesmo que você ajuste depois, isso acelera muito o “arranque” da cobertura.

    Documentação que não fica para trás

    Documentar API e fluxos costuma ficar para “depois”. IA ajuda a transformar:

    • rotas,
    • payloads,
    • regras de negócio,

    … em documentação clara (README, docs de endpoints, exemplos). Isso faz diferença quando você trabalha em equipe — e também em entrevistas.

    O que eu levo de aprendizado (em linguagem de dev)

    Mais do que conceitos soltos, eu gosto de traduzir aprendizado para ações:

    • Contexto é rei: quanto melhor o input, melhor o output.
    • IA é ótima para rascunho e revisão: não para assumir a autoria final sem checagem.
    • A melhor abordagem é iterativa: perguntar → validar → ajustar → consolidar.
    • Qualidade não é só “rodou”: envolve legibilidade, testes, segurança e consistência.

    Um jeito prático de usar IA no dia a dia (sem virar dependência)

    Se eu tivesse que resumir em um “workflow” simples:

    1. Defino o problema (em 2–3 frases)
    2. Levo evidências (logs, exemplos, constraints)
    3. Peço opções (2–3 caminhos com trade-offs)
    4. Escolho e implemento
    5. Valido (testes, logs, revisão)
    6. Documento (deixar rastro do porquê)

    Isso evita dois extremos:

    • confiar demais e aceitar código errado,
    • ou rejeitar IA e perder produtividade.

    Próximos passos: como vou transformar o certificado em portfólio

    Certificação é ótima, mas o que convence recrutador e mercado é prova prática. Meu plano agora é criar/organizar projetos que demonstrem uso real de IA como apoio no desenvolvimento, por exemplo:

    • API Node.js + TypeScript + Prisma
    • validação de entrada,
    • autenticação e autorização,
    • paginação e filtros,
    • logs e tratamento de erros.
    • Frontend React
    • busca performática (sem carregar listas gigantes),
    • estados claros de loading/erro,
    • UX simples e objetiva.
    • React Native
    • permissões (câmera/localização),
    • upload de arquivos,
    • experiência de “campo” bem guiada.

    E sempre com um README que explique:

    • o problema,
    • as decisões,
    • os trade-offs,
    • e o que foi aprendido.

    Finalizar o bootcamp “CAIXA – Inteligência Artificial na Prática” foi um passo importante para consolidar a ideia de que IA não é um fim — é um meio.

    Para quem desenvolve, usar IA bem é:

    • produzir mais,
    • com mais qualidade,
    • aprendendo mais rápido,
    • e mantendo o senso crítico.

    Se você também está estudando IA e desenvolvimento, me chama para trocar ideias. Vou gostar de compartilhar aprendizados e referências.

    #InteligenciaArtificial #IA #DesenvolvimentoDeSoftware #AprendizadoContinuo #DIO #NodeJS #React #TypeScript

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