Do Corpo ao Código: Como Transitei da Fisioterapia para QA
- #JavaScript e Testes
Introdução: Da Fisioterapia à Tecnologia
Minha carreira começou na fisioterapia, que me ensinou a ser paciente, persistente, otimista e observadora. Com o tempo, senti vontade de explorar algo novo, ligado à tecnologia.
Foi assim que conheci a área de QA (Quality Assurance) em uma palestra e me apaixonei. Desde então, cada dia se tornou uma oportunidade de aprender algo novo e descobrir como essa área poderia transformar minha carreira.
Começando com lógica de programação e JavaScript
Meu primeiro desafio foi estudar lógica de programação e JavaScript. No começo, parecia um idioma completamente novo: funções, loops, eventos… tudo se misturava na minha cabeça.
Passei horas tentando entender como manipular dados e criar minhas primeiras funções. Cada pequeno acerto era uma vitória e, com o tempo, comecei a enxergar a lógica por trás dos sistemas.
Aprender JavaScript me ajudou a entender melhor a automação de testes. Também aprendi a compreender regras de negócio e a identificar problemas com clareza. A sensação de conseguir resolver algo com código me dava a mesma satisfação de ajudar um paciente a se recuperar: ver que meu esforço faz diferença.
Testes manuais: minha base em QA
Depois de me familiarizar com a lógica, mergulhei nos testes manuais. Comecei pelo básico: criar cenários e casos de teste, validar funcionalidades e registrar bugs.
Também estudei testes funcionais, testes de caixa preta e noções de Scrum. Cada teste mostrava como o software funciona e como pequenos detalhes podem impactar a experiência do usuário.
Lembro de uma situação em que encontrei um bug que ninguém havia percebido. Foi um pequeno triunfo, mas me fez entender que, assim como na fisioterapia, observar e analisar com atenção faz toda a diferença.
Explorando automação: Mocha, Mochawesome e API REST
Com a prática nos testes manuais, comecei a explorar automação. Ferramentas como Mocha e Mochawesome me permitiram criar testes automatizados e gerar relatórios detalhados.
Também estudei API REST com Postman, Supertest e Chai. Testar endpoints e validar respostas de sistemas me mostrou como garantir que tudo funcione como esperado.
A automação trouxe mais eficiência e consistência, além de permitir uma análise mais profunda do comportamento do software.
Conectando minha experiência
Minha experiência em fisioterapia continua presente no meu trabalho em QA. Observar, analisar e buscar melhorias se traduz naturalmente na criação de testes, na definição de cenários e na evolução dos processos.
Hoje, sinto que estou construindo uma base sólida, unindo minha experiência anterior ao conhecimento técnico e me preparando para crescer na área de tecnologia.
Aprendizado contínuo
O que me motiva é aprender todos os dias. Cada bug encontrado, cada teste automatizado e cada entrega realizada representam uma oportunidade de evolução.
Penso no software como um paciente: entender seu comportamento, prever falhas e garantir que tudo funcione bem é um exercício constante de cuidado e atenção.
Conclusão: Construindo minha carreira
Minha trajetória é uma construção contínua. Do início na fisioterapia, passando pela lógica de programação, testes manuais, automação e API REST, cada etapa tem contribuído para o meu desenvolvimento e fortalecido minha transição para a área de tecnologia.



