Minha Jornada aprendendo FastAPI
O Início de Tudo
Quando comecei a tentar aprender Python, via muitas aplicações utilizando Django e Flask. Confesso que até tentei desenvolver uma aplicação web com Flask, mas eu não sabia nem os fundamentos de web, nem de Python. Simplesmente peguei o notebook, comecei a ver tutoriais e fui fazendo.
Na época, mesmo seguindo passo a passo, achei tudo um pouco confuso. Talvez fosse minha capacidade limitada naquele momento, talvez o framework fosse mais complexo do que parecia. Não sei. Só sei que nunca mais voltei a olhar para o Flask.
Um tempo depois, comecei a ver vídeos sobre Django no YouTube. Você já percebeu que eu tenho uma queda por Python e uma paixão por web, não é? Pois é. Fui repetindo código, enquanto o youtuber despejava linhas e mais linhas dizendo que estava ensinando Django. Na prática, ele estava ensinando o código dele. E, de novo, não me ajudou muito. Talvez o problema não fosse o framework. Talvez fosse eu tentando aprender do jeito errado.
Quando Algo Fez Sentido
Foi então que, durante um bootcamp na DIO, o professor começou a falar de FastAPI. Não sei explicar exatamente o porquê, mas meus olhos brilharam. Decidi na hora: é esse framework que eu vou aprender.
Assisti à apresentação e corri direto para a documentação oficial. E aí veio a surpresa: tudo era claro, organizado e direto ao ponto. Juntei o que vi na aula com o que li na documentação e comecei a implementar o exemplo de chat em tempo real.
Aplicações com resposta imediata e que conectam pessoas sempre me fascinaram. Mas, sendo bem sincero, meu interesse real não era o chat em si. Era o WebSocket. E isso já já vai fazer sentido.
Quem Sou Eu?
Talvez eu devesse ter começado por aqui.
Sou formado em Engenharia Elétrica, em Análise de Sistemas e sou apaixonado por desenvolvimento. Passo horas codando coisas: já fiz joguinhos, clones de páginas web, landing pages e, claro, tenho um estoque infinito de cursos.
Atualmente estou cursando uma pós-graduação em Ciência de Dados e Big Data. A experiência tem sido interessante, principalmente porque mudei completamente minha forma de estudar. Mas isso fica para outro artigo.
Continuidade da Jornada
Somente com a documentação do FastAPI, consegui criar o chat, fazer o front-end, conectar vários usuários e ainda estilizar tudo. Fiquei genuinamente empolgado.
E pensei:
Se eu já consigo trocar mensagens em tempo real, por que não usar isso para transformar meus jogos em multiplayer?
Foi aí que a coisa ficou realmente interessante.
Para Que Tanto Trabalho?
Algum tempo atrás eu tinha criado três jogos com a intenção de torná-los multiplayer:
- Jokenpô
- Tic Tac Toe
- Forca, no estilo “Roda da Fortuna” daquele maior apresentador de auditório que o Brasil já teve.
Mas, como tantas outras ideias, tudo acabou parado. Esse hábito de abandonar projetos é algo que estou tentando quebrar e que, inclusive, é o coração deste blog.
E o Resultado?
Comecei reaproveitando o que já tinha: o chat entre jogadores. Depois fui implementar a lógica de um dos jogos.
E então…
surgiu aquele velho inimigo:
“Olha só que outra coisa interessante…”
Resultado? Mais um projeto empolgante, mais uma gaveta aberta, mais um trabalho inacabado.
Quebra de Padrão
E você, já conhece o FastAPI?
Me conta a sua experiência com esse framework fantástico.
Talvez a sua história seja o empurrão que eu preciso para terminar o que comecei.
No fim das contas não se trata de ser perfeito, mas sim de ser feito.



