O que aprendi com Diego Barreto do iFood, Home Office não é problema, Maturidade é a chave 🌍
Nesse vídeo do canal Primocast, Diego Barreto, CEO do iFood, traz uma visão que muitas empresas deveriam adotar.
O home office não é o problema. Pelo contrário, ele permite que a empresa recrute os melhores talentos, independente da localidade, contratando pessoas de todo o país ou melhor, de qualquer parte do mundo. O verdadeiro desafio está em selecionar profissionais com maturidade para trabalhar remotamente, e não simplesmente abolir o modelo, como muitas bigtechs fizeram.
A forma como ele gerencia o iFood é fantástica: tudo de maneira assíncrona, abrindo mão de reuniões periódicas sem sentido e substituindo por encontros realmente produtivos, focados em demandas reais. Uma gestão acessível e eficiente.
Não conhecia, mas achei a cultura do iFood é top demais: muita pressão e ritmo acelerado, como em qualquer bigtech, mas com foco no colaborador e na meritocracia, seja presencial ou remoto. O importante é quanto cada colaborador esta engajado e colaborabdo com a empresa com pensamento de dono, independente de estar no escritório da empresa ou trabalhando de home office.
E você o que acha sobre o trabalho home office?
Link do video no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=UgOChcelzt8





Acredito que é um mix das duas partes. A maturidade do colaborador e a empresa com ferramentas, metas e cultura que incitem o colaborador a se dedicar e entregar bons resultados sempre!
Carlos, gostei muito da forma como você trouxe essa reflexão sobre home office e maturidade profissional. O seu resumo destaca que o verdadeiro diferencial não é o local de trabalho, mas sim a responsabilidade, engajamento e mentalidade de dono de cada colaborador.
Achei interessante como você conectou isso à gestão assíncrona e produtiva do iFood, mostrando que reuniões não precisam ser uma obrigação, mas sim ferramentas que agregam valor real. Essa abordagem reforça que home office não é sinônimo de descompromisso, e sim uma oportunidade de ampliar talentos e fomentar autonomia.
Me conta: olhando para sua própria experiência, você acredita que a cultura de home office poderia ser ainda mais potencializada com ferramentas de acompanhamento e comunicação assíncrona, ou você vê que a maturidade individual continua sendo o fator mais determinante?